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📚📲❤️⛵️🌤 Como foram as mesas dos autores da #egaláxianaflip
Em 3 de agosto de 2017 | 0 Comentários

A 15.ª Flip – Festa Literária Internacional de Paraty, principal evento literário do país, aconteceu de 26 a 30 de julho. Este ano,  sob a curadoria de Joselia Aguiar, a festa homenageou o escritor Lima Barreto, em uma programação marcada pela presença maior de mulheres e negros.

Mesas que contaram com a participação dos autores da e-galáxia:

Beatriz Resende (Rio de Janeiro, 1948) é crítica literária, professora e pesquisadora, com olhar atento à produção literária contemporânea. É também da geração pioneira que estudou Lima Barreto na universidade. Doutora em literatura comparada, fez estágio de pós-doutorado no Museu Nacional/UFRJ e é professora titular da faculdade de letras na UFRJ. Publicou, entre os mais recentes, Lima Barreto e o Rio de Janeiro em fragmentos (Autêntica, 2016), Lima Barreto: cronista do Rio (Autêntica, 2017), Poéticas do contemporâneo (e-galáxia, 2016), Sobre Lima Barreto (e-galáxia, 2017) e Impressões de leitura e outros textos críticos (Companhia das Letras, 2017). Organizou as atuais reedições de Numa e a Ninfa e Bruzundangas, ambos de Lima Barreto (Carambaia, 2017).

mesa arqueologia de um autor: entre a paixão e a minúcia, recupera-se a obra dispersa de um autor à margem e se define o lugar de Lima Barreto entre os clássicos e no cânone afro-brasileiro, nesta conversa que soma história e crítica literária.

mesa subúrbio: uma visita aos lugares por onde Lima Barreto passou no Rio de Janeiro, com seus personagens em romances e contos, seguindo a linha do trem e seus arrabaldes de ontem e hoje: a etnografia e a poética das ruas, a partir do olhar de uma especialista em sua obra e em literatura contemporânea e de um historiador que entende de samba e das ruas.


Carol Rodrigues (Rio de Janeiro, 1985) é escritora e produtora cultural. Estudou cinema e fez mestrado em performance na Holanda. Aos trinta anos, publicou seu primeiro livro de contos, Sem vista para o mar (Edith, 2014), que arrebatou duas das mais importantes premiações literárias do país: o Prêmio Jabuti e o da Fundação Biblioteca Nacional. Pelo selo Jota, publicou Ilhós (e-galáxia, 2017).

mesa pontos de fuga: três premiadas vozes da novíssima literatura em língua portuguesa falam de suas influências, técnicas e experiências: como lidam com a tradição e a renovam, seus modelos e perspectivas.


Diamela Eltit (Santiago, 1949) é uma das mais notáveis escritoras da América Hispânica. Iniciou sua trajetória de arte e política como parte do Colectivo de Acciones De Arte (CADA) durante a ditadura de Pinochet. Estreou na ficção com Lumpérica (Ediciones del Ornitorrinco, 1983). Desde então, vem publicando uma extensa obra literária experimental, em que combina crítica feminista e marginalidade urbana. Jamais o fogo nunca (Relicário, 2017) é a primeira tradução em português de um de seus mais importantes romances. Também é uma ensaísta de fôlego, e uma coletânea de seus textos críticos pode ser lida no e-book A máquina Pinochet e outros ensaios (e-galáxia, tradução de Pedro Meira Monteiro, 2017). Recentemente, seus manuscritos foram adquiridos pela Universidade de Princeton.

mesa a contrapelo: uma escritora experimental chilena referência na crítica feminista e um refinado documentarista brasileiro, que contou a trajetória do poeta Waly Salomão e do pintor Leonilson, conversam sobre linguagens na fronteira e resistência artística.


Felipe Botelho Corrêa (Rio de Janeiro, 1983) obteve seu Ph.D. pela Universidade de Oxford e, atualmente, leciona literaturas e culturas do Brasil, de Portugal e da África lusófona na universidade King’s College London. Publicou Sátiras e outras subversões (Penguin-Companhia das Letras, 2016), compilação de 164 crônicas inéditas de Lima Barreto, assinadas com diversos pseudônimos e publicadas na imprensa carioca. Organizou Crônicas da Bruzundanga: a literatura militante de Lima Barreto (e-galáxia, 2017), compilação de textos breves que marcam a inserção do escritor num período em que começa a se delinear a sociedade de massa no Brasil.

mesa arqueologia de um autor: entre a paixão e a minúcia, recupera-se a obra dispersa de um autor à margem e se define o lugar de Lima Barreto entre os clássicos e no cânone afro-brasileiro, nesta conversa que soma história e crítica literária.

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