Artes e comunicação (48)

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    Cultura japonesa 4: Ryo Mizuno, o pioneiro da imigração japonesa no Brasil de Masaomi Ise, Kousuke Kuji, Masayuki Fukasawa, R$ 14,90

    Uma análise dos acontecimentos atuais, sua história e cultura.

    O que seria a cultura japonesa?

    Por que as pessoas daquele país deixaram de assaltar supermercados quando ocorreu aquele grande terremoto seguido de tsunami em 11 de março de 2011? Por que permaneceram ordeiramente em filas em meio à tragédia?

    Por que, na Copa do Mundo de 2014, os torcedores daquele país recolheram o lixo na arquibancada do estádio após o término do jogo?

    O que sentiu Einstein quando esteve no Japão, em sua viagem de conferências?

    Que pensamentos tiveram os vultos da história japonesa do período da restauração de Meiji como Ryoma Sakamoto, no momento dramático da inclusão do país no sistema mundial após 260 anos de isolação?

    Por que foram surgindo do Japão arrasado pela Segunda Grande Guerra, uma após outra, empresas de porte internacional?

    Nas entrelinhas desta coleção se esconde a história do Japão e as bases do pensamento japonês, que não se resumem apenas a sushi, sashimi, animação e “cosplay”.

    Nesta série você encontrará a essência da cultura japonesa.

    Uma publicação do Jornal Nikkey Shimbun.

    Nesta edição:

    O sonho da construção de uma nação oceânica

    Dois homens sem apego algum à fama ou fortuna e até à própria vida, salvam o Japão dos perigos de uma guerra civil

    Samurais da suserania de Shonai se uniram para construir um Japão novo

    A filha de um Samurai procura florir em terras estrangeiras

    Depois da “Abertura do país”, a “Emigração”

    Saquê japonês, uma tradição de 1300 anos

     

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    Cultura japonesa 5: a Casa Imperial de Masaomi Ise, Masayuki Fukasawa, Kohei Osawa, R$ 14,90

    O que seria a cultura japonesa?

    Por que as pessoas daquele país deixaram de assaltar supermercados quando ocorreu aquele grande terremoto seguido de tsunami em 11 de março de 2011? Por que permaneceram ordeiramente em filas em meio à tragédia?

    Por que, na Copa do Mundo de 2014, os torcedores daquele país recolheram o lixo na arquibancada do estádio após o término do jogo?

    O que sentiu Einstein quando esteve no Japão, em sua viagem de conferências?

    Que pensamentos tiveram os vultos da história japonesa do período da restauração de Meiji como Ryoma Sakamoto, no momento dramático da inclusão do país no sistema mundial após 260 anos de insolação?

    Por que foram surgindo do Japão arrasado pela Segunda Grande Guerra, uma após outra, empresas de porte internacional?

    Nas entrelinhas desta coleção se esconde a história do Japão e as bases do pensamento japonês, que não se resumem apenas a sushi, sashimi, animação e “cosplay”.

    Nesta série você encontrará a essência da cultura japonesa.

    Uma publicação do Jornal Nikkey Shimbun.

    Nesta edição:

    A casa imperial

    Prece de uma dinastia inteira pelo bem-estar do povo

    Sucessão Imperial – um sagrado dever hereditário

    Palavras à sociedade nikkei no Brasil

    Toshihiko Tarama – O “Tenson Korin” da era Showa

    Membros da família imperial que sustentaram o fim da guerra

    Trinta e três mil quilômetros até a recuperação

    Imperador Kôkaku – Sessenta e dois anos de governo que alicerçaram a Restauração de Meiji

    Discurso de Sua Majestade sobre as suas atribuições como símbolo nacional

    Por que se discute a “abdicação em vida”?

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    Cultura japonesa 6: a diáspora de Okinawa de Masaomi Ise, Akira Miyagi, Chusei Takara, Vanessa Shiroma Tinem, Ana Maria Tamashiro Higa, R$ 14,90

    O que seria a cultura japonesa?

    Por que as pessoas daquele país deixaram de assaltar supermercados quando ocorreu aquele grande terremoto seguido de tsunami em 11 de março de 2011? Por que permaneceram ordeiramente em filas em meio à tragédia?

    Por que, na Copa do Mundo de 2014, os torcedores daquele país recolheram o lixo na arquibancada do estádio após o término do jogo?

    O que sentiu Einstein quando esteve no Japão, em sua viagem de conferências?

    Que pensamentos tiveram os vultos da história japonesa do período da restauração de Meiji como Ryoma Sakamoto, no momento dramático da inclusão do país no sistema mundial após 260 anos de insolação?

    Por que foram surgindo do Japão arrasado pela Segunda Grande Guerra, uma após outra, empresas de porte internacional?

    Nas entrelinhas desta coleção se esconde a história do Japão e as bases do pensamento japonês, que não se resumem apenas a sushi, sashimi, animação e “cosplay”.

    Nesta série você encontrará a essência da cultura japonesa.

    Uma publicação do Jornal Nikkey Shimbun.

    Nesta edição:

    Guerra e migração – A diáspora de Okinawa

    Reflexões sobre a Batalha de Okinawa

    A Batalha de Okinawa

    Os dois guardiões da ilha

    Assim lutou o povo de Okinawa

    A guerra na minha infância

    A Batalha de Okinawa e os imigrantes okinawanos

    A identidade uchinanchu entre as novas gerações

    Festival mundial uchinanchu

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    Cultura japonesa 7: a Era Meiji de Masaomi Ise, Masayuki Fukasawa, Yoshiyasu Irimajiri, R$ 14,90

    A essência da história japonesa está sintetizada na Era Meiji (1868), um grande marco da história japonesa. Os leitores compreenderão a Restauração Meiji, revolução promovida pelos samurais em uma época crítica para o Japão, que havia se isolado do mundo por muito tempo. A única forma que o país tinha para não ser dominado pelas potências mundiais seria por meio de uma revolução capitaneada pela própria classe dominante do país, os samurais.

    Leia:

    • A ameaça militar promovida pelos Estados Unidos para forçar a abertura japonesa; a situação do Xogunato e as ponderações de Shoin Yoshida, um grande ideólogo e peça importante da Restauração Meiji
    • Abertura japonesa vista pelo Ocidente
    • O povo vivia feliz na Era Edo: a vida dos cidadãos comuns descrita por estrangeiros que residiram no Japão entre o final do Xogunato e o início da Era Meiji
    • As Guerras do Ópio: por que Lin Zexu foi derrotado
    • A trilha da expansão norte-americana a oeste: para recuperar o atraso de conquistas coloniais em relação às grandes potências ocidentais, foi criada uma rota de comércio marítimo ligando sua costa oeste à China. E o Japão estava no caminho
    • Exortação ao estudo: Para o bem da independência e liberdade da pátria
    • A biografia de Ryoma Sakamoto, um dos nomes fundamentais da Restauração Meiji

    E ainda:

    • A cerimônia do chá: o que é, a origem e os instrumentos

    – – –

    Coleção Cultura japonesa

    Entendendo o Japão: uma análise dos acontecimentos atuais, sua história e cultura

    O que seria a cultura japonesa?

    Por que as pessoas daquele país deixaram de assaltar supermercados quando ocorreu aquele grande terremoto seguido de tsunami em 11 de março de 2011? Por que permaneceram ordeiramente em filas em meio à tragédia?

    Por que, na Copa do Mundo de 2014, os torcedores daquele país recolheram o lixo na arquibancada do estádio após o término do jogo?

    O que sentiu Einstein quando esteve no Japão, em sua viagem de conferências?

    Que pensamentos tiveram os vultos da história japonesa do período da restauração de Meiji como Ryoma Sakamoto, no momento dramático da inclusão do país no sistema mundial após 260 anos de isolação?

    Por que foram surgindo do Japão arrasado pela Segunda Grande Guerra, uma após outra, empresas de porte internacional?

    Nas entrelinhas desta coleção se esconde a história do Japão e as bases do pensamento japonês, que não se resumem apenas a sushi, sashimi, animação e “cosplay”.

    Nesta série você encontrará a essência da cultura japonesa.

    Uma publicação do Jornal Nikkey Shimbun.

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    Ver lista de desejos
    Drummond caricaturista de Eucanaã Ferraz R$ 9,90

    A Coleção S/Z foi idealizada pensando em oferecer a pesquisadores e apaixonados por artes e literatura, ensaios e artigos, sempre inéditos, escritos por intelectuais de grande relevância da área de estudos culturais. A ideia é colocar em cena o pensamento acadêmico de ponta antes mesmo de sua publicação definitiva em livros e revistas especializadas, promovendo assim o debate e a inovação com a agilidade que somente edições digitais em formato breve podem realizar.S/Z é um convite ao que o pensamento da área de humanas tem de mais fascinante: repensar o mundo em toda a sua complexidade através da arte e da cultura.

    Neste número o poeta Eucanaã Ferraz apresenta um ensaio instigante sobre “uma das diversões de Carlos Drummond de Andrade, a autocaricatura”.

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    Eco-arte com crianças de Anna Marie Holm R$ 79,90

    Vento, chuva e sol são ferramentas de energia nas vivências em que a dinamarquesa Anna Marie Holm realiza com as crianças. Em um mergulho eco-artístico, que traz fôlego e esperança, espaços de pesquisa são criados de forma sustentável e a partir de um olhar atento sobre e com a natureza.

    Eco-arte com crianças é um registro de criações poéticas que contribuem para a preservação do planeta. É, ainda, um rico material onde a brincadeira ao ar livre e as relações – humanas e com o meio ambiente – têm lugar especial.

    Seis diretrizes, que poderiam ser consideradas um manifesto artístico, guiam a publicação. Para cada uma delas, uma série de experiências que conectam a infância à natureza, a arte à ciência, a ecologia ao cotidiano curioso e encantado. Vozes e ações das crianças estão presentes em cada página através de diálogos e imagens, mas principalmente através de uma escuta sensível.

    Publicado no Brasil pelo Centro de Pesquisa e Documentação Pedagógica da Ateliê Carambola Escola de Educação Infantil, em 2015, o livro agora ganha uma versão em e-book – o que o torna ainda mais precioso no sentido de alcançar todos os pátios, praças, casas, creches e escolas por aí.

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    Encontro com a imprensa de Olga Curado R$ 9,90

    A imprensa é um canal de comunicação permanente entre a sociedade e as instituições públicas e privadas, e entre cidadãos.

    O poder da imprensa faz com que ela seja identificada como responsável por desempenhar papel essencial na construção das democracias.

    Para quem é notícia nem sempre é fácil compreender o jornalista.

    Todas as práticas têm regras e rituais e o jornalismo não é diferente de nenhuma delas. Possui limites e injunções próprias, de natureza técnica, ideológica e ética.

    Durante mais de vinte e cinco anos, Olga Curado esteve nas redações de jornais, de televisão, ouvindo as fontes, selecionando e divulgando notícias.

    Do lado de cá, como consultora de Comunicação, observou a imprensa na perspectiva da fonte. Recolheu algumas respostas que podem ser úteis no relacionamento entre quem informa e quem noticia. Muitas perguntas ainda estão sem respostas.

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    Escrita não criativa e autoria de Luciene Azevedo, Tatiana da Silva Capaverde, R$ 11,90

    Curadoria nas práticas literárias do século XXI

    Cada vez tem se tornado mais comum autores contemporâneos referirem-se a suas próprias obras como um trabalho de curadoria. Mas como pensar o autor como curador? Como pensar essa imbricação entre o curador e o artista e mais especificamente investir na possibilidade de aproximar a condição do autor contemporâneo a de um curador de sua própria imagem e de sua obra?  Os artigos reunidos neste livro tematizam questões que discutem a condição da autoria no presente considerando os procedimentos da escrita não-criativa e a possibilidade de pensar o autor como um curador. O ponto de partida de muitos ensaios são as premissas defendidas por Kenneth Goldsmith, professor da universidade da Pensilvânia, que ministrou durante alguns semestres um curso que ele mesmo chamou de “Escrita não-criativa” e que consistia em estimular seus alunos a investigarem técnicas de apropriação de obras alheias, defendendo a ideia de que os “escritores estão se tornando curadores da linguagem e fazendo um movimento similar à emergência do curador como artista nas artes virtuais”. Ao lado dele, Marjorie Perloff (2013) relaciona iniciativas como as de Goldsmith à não-originalidade, às práticas da citação, da cópia, da reprodução, da colagem e identifica, aí, a possibilidade de um novo paradigma para a criação literária. Nossos autores tomam essas provocações como ponto de partida para a reflexão e oferecem ao leitor um bom panorama sobre essas discussões.

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    Estação terminal de Graciela Mochkofsky R$ 14,90

    Estação terminal – Viajar e morrer como animais é um relato contundente de uma tragédia que desafiou o governo argentino recém-eleito. Ao investigar o desastre na estação de trens Once (centro de Buenos Aires), que deixou 51 mortos e 795 feridos em fevereiro de 2012 e comoveu o país, Graciela Mochkofsky revelou dramas cotidianos e um sistema perverso, corrupto e cínico que pode matar novamente a qualquer momento.

    Estação terminal é a história das vítimas, que, em um caleidoscópio vertiginoso de narrativas, sofrem o horror do acidente e a incompetência do Estado. Trata-se de um livro denúncia urgente sobre um meio de transporte que um dia já foi o orgulho de uma nação, mas que hoje já não leva seres humanos, mas, como descrito por um dos passageiros a caminho da desgraça, “vacas ao matadouro”.

    Com base em depoimentos, documentos e registros do processo judicial, Graciela Mochkofsky revela um modelo de fazer negócios por parte do Estado: não mera corrupção, mas toda a lógica do capitalismo na periferia do planeta.

    A própria autora é quem explica o que a motivou a largar todos os seus projetos em curso para escrever sobre a tragédia de Once: “Desde 22 de fevereiro de 2012, uma questão dominou a consciência nacional — e todo o processo de investigação: por que ocorreu o acidente na estação Once? Acredito que a pergunta esteja mal formulada. A pergunta que importa é outra: por que não ocorrem mais acidentes? A cada nova manhã, tarde e noite, quando um trem carregado de passageiros chega ao seu destino, se produz um milagre.”. Partindo dessa segunda questão, Graciela procurou a resposta e escreveu Estação terminal.

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    Este bloco é seu país de Fred Góes R$ 9,90

    A Coleção S/Z foi idealizada pensando em oferecer a pesquisadores e apaixonados por artes e literatura, ensaios e artigos, sempre inéditos, escritos por intelectuais de grande relevância da área de estudos culturais. A ideia é colocar em cena o pensamento acadêmico de ponta antes mesmo de sua publicação definitiva em livros e revistas especializadas, promovendo assim o debate e a inovação com a agilidade que somente edições digitais em formato breve podem realizar.S/Z é um convite ao que o pensamento da área de humanas tem de mais fascinante: repensar o mundo em toda a sua complexidade através da arte e da cultura.

    Neste número o ensaísta Fred Góes apresenta uma visão inusitada sobre o carnaval no Brasil.

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    Feminismo & príncipes encantados de Fernanda Breder R$ 14,90

    A representação feminina nos filmes de princesa da Disney.

    “No bojo de um verdadeiro renascimento do movimento feminista a partir das mídias sociais, um grupo de “meninas” resolveu reler as histórias das princesas da Disney a partir das questões teóricas levantadas pelo conceito de gênero. “Ninguém nasce princesa, torna-se”, diriam, parafraseando Simone de Beauvoir.

    Com seu estudo “Feminismo e príncipes encantados: a representação feminina nos filmes de princesa da Disney”, desenvolvido em 2013, Fernanda Breder foi a pioneira dessa linha de estudos dentro da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Seu trabalho repercutiu e inspirou outras pesquisas sobre as princesas, abordando novos aspectos, como o novo papel reservado às vilãs e a representação da mulher oriental nesses desenhos. (…)

    Dividido em “princesas clássicas”, “princesas rebeldes” e “princesas contemporâneas”, o trabalho de Fernanda desconstrói a ideia de que este imaginário construído pela Disney seja monolítico. Pelo contrário, mostra que, até por necessidade de alcançar uma audiência cujos valores estão em constante mutação, pode ser contextualizado e historicizado. A dona de casa exemplar Branca de Neve cede lugar à guerreira Valente, que se recusa a casar.”

    Trecho do prefácio escrito por Cristiane Costa, Doutora em Comunicação e Cultura pela UFRJ.

    O livro inclui ainda um estudo sobre as personagens Elsa e Anna, do filme “Frozen”.

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    Furoshiki de Sofia Nanka Kamatani R$ 27,90

    A designer e professora de Furoshiki Sofia Nanka Kamatani compartilha o resultado de sua pesquisa e paixão pelo Japão em especial pelo Furoshiki – a história de uma arte tradicional japonesa do embrulho criativo, versátil, sustentável e prático de um tecido quadrado que contém um Universo de significados.

    Um convite aos leitores para compreender o conteúdo do Furoshiki através das ideias e dicas preciosas que estão ilustrados passo a passo nos 47 tutoriais.

    A novidade é o Alfabeto de A a Z do Furoshiki, uma tendência para inspirar e transformar o cotidiano dos brasileiros de forma equilibrada como a metodologia do Nó do Furoshiki entre o coração e a razão.

    Como dizem os japoneses: “mottainai”, portanto não vamos desperdiçar e compartilhar o conhecimento do Furoshiki entre NÓS.