Política, Filosofia e Ciências Sociais  (35)

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    Peixe-elétrico #07 de Alfonso Berardinelli, André Singer, Fábio Salem Daie, Flávio Ricardo Vassoler, Gonzalo Aguilar, Hernán Ronsino, Isabel Loureiro, Kelvin Falcão Klein, Maria Elisa Cevasco, Mario Cámara, Nuno Ramos, Taisa Palhares, R$ 14,90

    Nesta edição:

    Loser – NUNO RAMOS
    Ensaio baseado em palestra proferida em Berkley nos Estados Unidos, o artista plástico paulistano pensa sua obra a partir das diferenças entre se produzir cultura em regiões hegemônicas e não hegemônicas.

    Direita e esquerda na literatura – ALFONSO BERARDINELLI
    Um dos mais destacados críticos de nossos tempos, Berardinelli avalia o local da literatura e da modernidade a partir daqueles que considera autores-chave.

    A fábrica – HERNÁN RONSINO
    Apontamentos pessoais sobre o processo de modernização argentino a partir da relação de uma pequena cidade e sua principal fábrica. O ensaio serviu como ponto de partida para a escrita do romance Glaxo.

    Estrutura de sentimentos – MARIA ELISA CEVASCO
    A crítica e professora da USP pensa o lulismo e o momento atual do Brasil tendo como guia uma revisão da obra de Roberto Schwarz.

    Kafka vai ao cinema – KELVIN FALCÃO KLEIN
    O cinema no centro deste ensaio de crítica literária que articula Sebald com Kafka.

    O regresso dos pudibundos – FÁBIO SALEM DAIE
    Ensaio cultural de fôlego busca entender as manifestações de 2013 no Brasil e seus desdobramentos privilegiando como objeto de análise o cinema nacional contemporâneo.

    Guignard: A constituição do olhar moderno a partir da tradição europeia – TAISA PALHARES
    O inesgotável tema dos dilemas e apropriações da cultura europeia por artistas brasileiros é visto aqui por meio da obra de Alberto da Veiga Guignard.

    Dostoiévski lê Hegel na Sibéria e cai em prantos? – FLÁVIO RICARDO VASSOLER
    Em diálogo com László Földényii, Vassoler imagina leituras cruzadas de Dostoiévski e Hegel.

    Performance e literatura – GONZALO AGUILAR e MARIO CÁMARA
    Gabeira e Rufato estão no centro dos estudos de literatura e performance de Aguilar e Cámara.

    Neodesenvolvimentismo? Liberal-desenvolvimentismo? Neoliberalismo? – ISABEL LOUREIRO
    Como entender o lulismo a partir da questão agrária? Nos anos Lula quem afinal venceu a parada: MST ou agronegócio?

    Reformismo fraco – ANDRÉ SINGER
    Longa entrevista em áudio com o sociólogo André Singer a respeito das contradições do lulismo.

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    Peixe-elétrico #08 de Adriano Schwartz, Bianca Vasconcellos, Étienne Balibar, Fabiane Secches, Gilles Deleuze, Francisco Alvim, Lara Norgaard, Pedro Meira Monteiro, Renata Martins, Ronald Polito, Socorro Acioli, Tales Ab’Sáber, Zuca Sardan, R$ 14,90

    Leia nesta edição:

    Marxismo e Guerra
    Étienne Balibar

    Fascismo comum, sonho e história
    Tales Ab’Sáber

    Cartas
    De Gilles Deleuze para Félix Guattari

    Que horas são?
    Zuca Sardan e Francisco Alvim

    Nós não vamos pagar nada
    Pedro Meira Monteiro

    Deslocamentos e instabilidades na ficção de Luiz Alfredo Garcia-Roza
    Adriano Schwartz

    Canções pela vida toda
    Ronald Polito

    Tentação – Uma leitura do conto de Clarice Lispector
    Fabiane Secches

    Rubem Fonseca e o caso do testemunho ficcional
    Lara Norgaard

    A obra como vontade: uma experiência de escritura com Roland Barthes
    Socorro Acioli

    Chernóbyl – 30 anos e 1 dia depois (fotos)
    Bianca Vasconcellos

    Rap da República de Pindorama na Alemanha
    Renata Martins

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    Peixe-elétrico Bob Dylan: Edição especial de Alcir Pécora, Perry Anderson, Ricardo Lísias, Victor Heringer, Walnice Nogueira Galvão, R$ 14,90

    Em sua primeira edição especial, a revista Peixe-elétrico selecionou ensaios que discutem sob diversos ângulos o campo cultural a partir da obra do Prêmio Nobel de Literatura de 2016, Bob Dylan.

    O britânico PERRY ANDERSON analisa em ensaio polêmico as origens e os limites das revoluções embaladas pelo rock and roll. Sem abrir mão do rigor marxista, Anderson explica porque Rolling Stones, sim e Beatles, não; Beach Boys, sim e Bob Dylan, não.

    O crítico literário ALCIR PÉCORA resenha o livro de memórias de Dylan, Crônicas, e encontra uma nobre linhagem para o autor.

    Também da área da crítica literária, Walnice Nogueira Galvão apresenta os motivos pelos quais a premiação de Dylan para o Nobel de Literatura não faz nenhum sentido. Os conflitos entre cultura engajada e cultura pop atravessam todo o ensaio.

    RICARDO LÍSIAS, editor da Peixe-elétrico, resenha a única ficção de Bob Dylan, o livro Tarântula, que chega ao Brasil em nova tradução.

    O escritor VICTOR HERINGER escreve sobre o momento em que soube da premiação, sua reação e posteriores reflexões a respeito de um ídolo pop receber o prêmio máximo da literatura mundial.

    Uma série de fotos norte-americanas pertencentes à Biblioteca do Congresso ilustram esta edição.

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    Se o grão de arroz não morre: colônias de imigrantes japoneses de Masayuki Fukasawa R$ 14,90

    Colônias de imigrantes japoneses: desvendando onde e como tudo começou

    Em março de 1912, quatro anos depois da chegada do navio de imigrantes Kasato-maru, o fundador da colônia, Ikutaro Aoyagi fechou um contrato com o Governo Paulista na qual recebia 50 mil hectares de terra de graça com a condição de instalar um núcleo colonial. Na época, o Japão passava por uma grave crise de escassez de alimentos a ponto de ocorrerem diversas revoltas populares desencadeadas pela alta do preço do arroz. Os homens proeminentes da Era Meiji vislumbraram criar uma colônia com o objetivo de “enviar japoneses emigrantes, plantar arroz e fornecer a produção ao Japão”.

    Nas eras Meiji e Taisho (1868-1926), o Japão tentou criar conexões com o mundo por meio da emigração, que é um mecanismo de cooperação internacional, mas, em 1934, o Brasil promulgou a lei que restringia a imigração a uma cota de 2% do total de ingressantes no país nos últimos 50 anos, o que na prática, fechava as portas de entrada da América do Sul aos japoneses. A pressão emigratória japonesa da época era como uma panela de pressão a alta temperatura com a válvula girando e cuspindo vapor sem parar. Toda essa energia foi se voltando para a Manchúria e o Governo Japonês promoveu a emigração para as regiões da Manchúria e Mongólia organizando Grupos de Imigrantes Armados capitaneados pelo Exército de Guangdong.

    Essa foi uma grande encruzilhada da história.

    Como se a chama tivesse se apagado, o interesse pela emigração ao Brasil foi se reduzindo até o ponto em que no pós-guerra, a empreitada foi praticamente esquecida dentro da história contemporânea japonesa. A deflagração do conflito do Pacífico fez os japoneses do Brasil serem perseguidos como cidadãos inimigos do Eixo, principalmente nas regiões litorâneas como Santos e Registro.

    Apesar das tentativas, o plantio do arroz não era bem sucedido e os colonos passaram por sérias dificuldades. Em 1943, Torazo Okamoto pegou escondido sementes de chá preto da fábrica da Lipton no antigo Ceilão, Sri Lanka, e as trouxe até Registro, fazendo com que a região renascesse como a Capital Brasileira do Chá. Os japoneses criaram a “Capital do Chá” dentro do “Reino do Café”. Em seu auge, sete empresas competiam entre si para produzir 12 a 13 mil toneladas de chá, o que representava 85% de toda a produção nacional. O país, no entanto, perdeu competitividade internacional devido à variação do câmbio.

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    Self cultural de Tales Ab’Sáber R$ 14,90

    Em fragmentos de sua própria experiência na clínica, onde tudo tem início e fim em psicanálise, Ab’Sáber nos apresenta um mergulho profundo e desafiador na trama simbólica e concreta do mundo na determinação das formas de sofrimento psíquico atuais.

    O título faz parte do selo Peixe-elétrico Ensaios, que apresenta ao leitor de língua portuguesa um conjunto de intervenções críticas em formato e-book. Ensaios clássicos ao lado de textos contemporâneos para serem baixados no mundo todo e por preço acessível.

    Com a mesma independência e disposição contra-ideológica da revista Peixe-elétrico, os ensaios aqui publicados pretendem estimular o debate crítico no país e responder às novas configurações do mercado editorial tradicional, afirmando o digital como espaço privilegiado para esse tipo de obra.

    Principais áreas: crítica literária, psicologia, filosofia, história da cultura e sociologia.

    Próximos títulos: “Meios e fins”, de Ricardo Piglia; “Futuro abolido”, de Pedro Meira Monteiro.

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    Signo e desterro – Sérgio Buarque de Holanda e a imaginação do Brasil de Pedro Meira Monteiro R$ 31,00

    Há tempos que os ensaios clássicos de interpretação do Brasil, escritos nas décadas de 1920 e 1930, vêm alimentando nosso debate intelectual, dentro e fora da universidade. “Raízes do Brasil”, de Sérgio Buarque de Holanda, está entre os que permanecem nos interpelando e nos ajudando a qualificar a dimensão de processo social que o nosso presente ainda oculta. Como um código, de cuja decifração dependesse a compreensão do peso do passado na configuração do presente e das nossas perspectivas de futuro enquanto sociedade.

    Signo e desterro de Pedro Meira Monteiro vem contribuir imensamente com os estudos do pensamento social brasileiro, desenvolvidos nas ciências sociais, história e estudos literários, que têm apostado no potencial heurístico daqueles ensaios para aproximar questões do presente, ou perenes em nossa sociedade, às interpretações do passado. Não apenas repensar os ensaios em sua identidade histórica, tarefa sem dúvida importante; mas surpreender e forjar um espaço cognitivo de comunicação entre o tempo da escritura e o nosso próprio tempo. Aliás, aí está uma exigência do ensaio como forma na recomposição da relação sujeito/objeto do conhecimento.

    As duas tarefas podem ser complementares, e, talvez, o êxito de Signo e desterro se deva também ao fato de ser ponto de chegada de um denso percurso intelectual, rico em deslocamentos de toda sorte. Além de autor de um dos livros fundamentais sobre Sérgio Buarque de Holanda, publicado há mais de uma década, entre outros trabalhos, Pedro Meira Monteiro com este seu novo livro amplia e enriquece nossa visão sobre “Raízes do Brasil” ao situá-lo em relação não apenas a temporalidades, mas também a contextos nacionais e tradições intelectuais distintas. Com a elegância intelectual de sempre, Pedro nos conduz agora pelas permanências de “Raízes do Brasil” na imaginação do país. Ao fazê-lo, concorre para redirecionar o estudo comparativo do pensamento social brasileiro para um campo mais aberto e mais criativo que o costumeiro. Enfim “desterrado”, “Raízes do Brasil” tem ainda muito a nos dizer, como verá o leitor.
    (André Botelho)

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    Sinto muito, mas não sou japonesa de Noemia Hinata R$ 19,90

    Sinto muito, mas não sou japonesa trata dos choques culturais entre Brasil e Japão. Levantando exemplos teóricos e culturais, principalmente da sua grande paixão, o teatro nô, Noemia oferece também um enorme leque de situações cotidianas vividas por ela e seus familiares e amigos.

    Tudo sem perder o delicioso sotaque dos nipo-brasileiros que tão bem conhecemos no Brasil.

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    Sobre Lima Barreto de Beatriz Resende R$ 14,90

    Uma das principais especialistas na obra do homenageado da Flip 2017, Beatriz Resende lança pela e-galáxia coletânea com ensaios sobre Lima Barreto, incluindo uma análise da iconografia do autor.

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    Uma introdução à economia do século XXI de Paulo R. Haddad R$ 14,90
    Uma introdução à economia do século XXI é a contribuição do economista, professor emérito da UFMG e consultor Paulo R. Haddad, para o enfrentamento de um dos maiores dilemas da humanidade neste início de milênio: uma crise sem precedentes, que resulta da combinação e do entrelaçamento de aspectos ambientais e sociais. Para responder a essas questões, Haddad propõe uma concepção de meio ambiente não apenas como fator de produção, mas como envoltório que abarca, contém, provisiona e sustenta toda a economia. Tarefa hercúlea, em um país em que há um grau de conformismo generalizado com o status quo, onde a desigualdade de oportunidades e renda é vista como um fato consumado e onde ainda predomina uma noção de meio ambiente que trata a natureza ora como um mega-almoxarifado inesgotável, ora como megadepósito de resíduos, capaz de absorver todos os erros de um modelo econômico perdulário e predatório.O que este livro mostra é que há caminhos para a construção de um futuro mais justo e próspero para todos – os que aqui se encontram e aqueles que ainda vão nascer.
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    Viagens – da Amazônia às Malvinas de Beatriz Sarlo R$ 19,90

    “Viagens – da Amazônia às Malvinas” é a biografia itinerante de uma jovem idealista que encontrou lugares, pessoas e situações extraordinárias e inesperadas.

    Ao trair sua promessa de silêncio biográfico, Beatriz Sarlo escreveu esses capítulos de uma aventura latino-americana. O livro foi lançado exclusivamente em e-book na Flip – Festa Literária Internacional de Paraty 2015.

    Sarlo leva o leitor até tribos no coração da amazônia; ao altiplano argentino para encontrar pinturas de santos em pequenas igrejas coloniais; às minas de Oruro; bailes em festas, batizados, boleias de caminhões e noites ao relento. Passa também pelo modernismo da capital Brasília, que tanto a fascinava.

    Finalmente, quarenta anos depois, uma última viagem: às ilhas Malvinas. E antes de todas essas, as primordiais e definidoras viagens da infância, com seus mistérios e descobertas.

    Autobiografia? Diário de viagem? Estudo sociológico-histórico? Sempre unindo, com rara sensibilidade, narrativa e análise cultural, Sarlo nos entrega um livro que escapa a qualquer classificação tradicional de gênero.

    Em “Viagens”, paisagem e intimidade se misturam através do filtro da memória para oferecer a autobiografia de uma jovem idealista e de um continente que ousava sonhar com o novo.

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    Zona digital de Heloisa Buarque de Hollanda, Cristiane Costa, Beatriz Lagoa, Rodrigo Savazoni, R$ 9,90

    Este livro não nasceu do nada. Em 2010, criamos o espaço Zona Digital, uma experiência on-line, que pretende investigar as possibilidades narrativas abertas pelas novas tecnologias. Em seu conjunto, o site Zona Digital é um agregador de links, notícias, arte, experiências e artigos, tanto nacionais quanto internacionais, buscando ser uma fonte de referência bibliográfica sobre o tema. Este livro é uma primeira iniciativa de agrupar o conteúdo produzido no site Zona Digital e lançá-lo em novo formato e para novos públicos. A seleção priorizou os artigos sobre arte e tecnologia, cultura digital, novas narrativas, mídias sociais e as questões teóricas, estéticas e políticas que emergem neste momento. Com organização de Heloisa Buarque de Hollanda e Cristiane Costa, que também assinam artigos, ao lado de Rodrigo Savazoni, Beatriz Lagoa, entre outros.