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    Sem importância coletiva de Daniela Lima R$ 9,90

    Após o acidente de Chernobyl, o processo de descontaminação foi iniciado por soldados apelidados de bio-robôs. Soldados enviados para morrer. Soldados que iam onde nem as máquinas poderiam ir. A radiação parava câmeras fotográficas, de vídeo, robôs e até mesmo helicópteros.

    Um repórter perguntou a um bio-robô se ele sabia que ia morrer, ao que ele respondeu: “sim, a minha vida só tem valor se terminar assim”.

    A Ucrânia era parte da União Soviética e a maioria dos bio-robôs era membro do Exército Vermelho.

    É nesse ambiente que se passa Sem importância coletiva, novo livro da carioca Daniela Lima. A escritora já havia publicado Anatomia (Ed. Multifoco, 2012) e foi a única brasileira a ter seus textos selecionados pela prestigiosa antologia da The Buenos Aires Review (2014).

    Ricardo Lísias, autor da apresentação do livro, afirma: “Como tudo é muito concentrado, o leitor não tem muito tempo para respirar. É melhor encher o pulmão antes de mergulhar em Sem importância coletiva”.

    Partindo de cartas de superfície, esquemas das nuvens de contaminação, mapas geológicos do local do acidente e diagramas de arquivos científicos, o artista gráfico Fabiano Gummo interferiu nesse rico material para dar forma gráfica ao desastre, criando 6 ilustrações exclusivas para o livro.

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    Senhoras da noite de Miguel Sanches Neto R$ 1,99
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    Signo e desterro – Sérgio Buarque de Holanda e a imaginação do Brasil de Pedro Meira Monteiro R$ 31,00

    Há tempos que os ensaios clássicos de interpretação do Brasil, escritos nas décadas de 1920 e 1930, vêm alimentando nosso debate intelectual, dentro e fora da universidade. “Raízes do Brasil”, de Sérgio Buarque de Holanda, está entre os que permanecem nos interpelando e nos ajudando a qualificar a dimensão de processo social que o nosso presente ainda oculta. Como um código, de cuja decifração dependesse a compreensão do peso do passado na configuração do presente e das nossas perspectivas de futuro enquanto sociedade.

    Signo e desterro de Pedro Meira Monteiro vem contribuir imensamente com os estudos do pensamento social brasileiro, desenvolvidos nas ciências sociais, história e estudos literários, que têm apostado no potencial heurístico daqueles ensaios para aproximar questões do presente, ou perenes em nossa sociedade, às interpretações do passado. Não apenas repensar os ensaios em sua identidade histórica, tarefa sem dúvida importante; mas surpreender e forjar um espaço cognitivo de comunicação entre o tempo da escritura e o nosso próprio tempo. Aliás, aí está uma exigência do ensaio como forma na recomposição da relação sujeito/objeto do conhecimento.

    As duas tarefas podem ser complementares, e, talvez, o êxito de Signo e desterro se deva também ao fato de ser ponto de chegada de um denso percurso intelectual, rico em deslocamentos de toda sorte. Além de autor de um dos livros fundamentais sobre Sérgio Buarque de Holanda, publicado há mais de uma década, entre outros trabalhos, Pedro Meira Monteiro com este seu novo livro amplia e enriquece nossa visão sobre “Raízes do Brasil” ao situá-lo em relação não apenas a temporalidades, mas também a contextos nacionais e tradições intelectuais distintas. Com a elegância intelectual de sempre, Pedro nos conduz agora pelas permanências de “Raízes do Brasil” na imaginação do país. Ao fazê-lo, concorre para redirecionar o estudo comparativo do pensamento social brasileiro para um campo mais aberto e mais criativo que o costumeiro. Enfim “desterrado”, “Raízes do Brasil” tem ainda muito a nos dizer, como verá o leitor.
    (André Botelho)

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    Sim de Noemi Jaffe R$ 1,99

    Em Sim o leitor é convidado para um jogo de perguntas e respostas, numa certeira aposta pelas veredas da literatura.

    Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.

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    Sinto muito, mas não sou japonesa de Noemia Hinata R$ 19,90

    Sinto muito, mas não sou japonesa trata dos choques culturais entre Brasil e Japão. Levantando exemplos teóricos e culturais, principalmente da sua grande paixão, o teatro nô, Noemia oferece também um enorme leque de situações cotidianas vividas por ela e seus familiares e amigos.

    Tudo sem perder o delicioso sotaque dos nipo-brasileiros que tão bem conhecemos no Brasil.

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    Só – Dores e delícias de morar sozinha de Rosane Queiroz R$ 14,90

    Neste livro, a jornalista Rosane Queiroz traz histórias, depoimentos, ideias práticas e receitas que ilustram o universo da solidão feminina. Traz um retrato sensível e bem humorado do universo das mulheres que moram sozinhas, gostam dos momentos de solidão ou “gostariam de gostar”.

    Além de narrar sua própria experiência, de quem viveu 11 anos sozinha, Rosane entrevistou 24 mulheres, com as mais diferentes idades e profissões, exemplificando as situações mais comuns que levam as pessoas a fazerem parte desse contexto. Nas entrevistas, são abordados tanto o lado prático – comida, decoração – como o comportamental – autoconhecimento, descobertas, momentos de solidão.

    A autora contou com o apoio de uma equipe de consultores nas áreas de psicologia, psiquiatria, arquitetura, psicanálise e terapias alternativas. Os depoimentos são intercalados com capítulos que narram a experiência da autora, e mostra os prós e contras de morar sozinha, com sugestões e informações sobre saúde, decoração, gastronomia, segurança etc.

    Lançado em 2004, vendeu duas edições, esgotou nas livrarias e agora, 11 anos depois, ganha uma reedição caprichada, com um novo capítulo sobre a era das redes sociais, que surgiram na última década, e outro com receitas de chefs famosos. O livro revela, afinal, que aprender a viver sozinha não é necessariamente sinônimo de sofrimento ou solidão, mas de descoberta e felicidade.

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    Só por hoje de Alexandre Staut R$ 1,99

    “Veneno, Tião repetiu, sem convicção. Ele deslizou os dedos no pescoço, na altura do gogó, como que para dissipar uma espécie de travo amargo na garganta, lembrando-se, em seguida, de um livro que lera, a escritora sussurrando nos seus ouvidos: gosto dos venenos mais lentos; das bebidas mais fortes; dos cafés, os mais amargos (…) tenho um apetite feroz.”

    Mais um conto exclusivo de um instigante autor contemporâneo. Alexandre Staut nasceu em Pinhal (1973). É autor dos romances “Jazz band na sala da gente” (2010) e “Um lugar para se perder” (2012); além do infantil “A vizinha e a andorinha” (2014).

    Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.

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    Sobre Lima Barreto de Beatriz Resende R$ 14,90

    Uma das principais especialistas na obra do homenageado da Flip 2017, Beatriz Resende lança pela e-galáxia coletânea com ensaios sobre Lima Barreto, incluindo uma análise da iconografia do autor.

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    Sobreviventes de Claudia Lage R$ 1,99

    “O rosto do seu pai não está em nenhuma fotografia, escreveu. É um nome numa carta, uma fileira de letras erguidas no ar. O rosto da sua mãe está numa única foto dada pelo avô com a sentença, foi o que restou.”

    Uma tocante narrativa onde a memória e a fotografia investigam a solidão da existência.

    Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.

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    Sol sobre nuvens de Josely Vianna Baptista R$ 14,90

    “Com arrojo e competência, unindo materialidade plástica e diafaneidade de escritura, plasmando metonímia, metáfora e metalinguagem – fisicalidade “metafísica – a poeta “reamalgama” corpo e alma na matéria da palavra. Ar, Corpografia, Os poros flóridos arejam e aromam a poesia brasileira dos nossos dias.” – Augusto de Campos

    “Locais de destreza e maravilhamento esperam por você nestes cambiantes véus, meadas, dobras, camadas e planos de paisagens humanas escritas, natureza humana descrita até os “distantes limites da coerência”. A impressionante orquestração dos poemas de Josely Baptista e da arte visual de Francisco Faria […] produz declinações sensoriais emolduradas por contidos mas radiantes silêncios. – Norma Cole

    “Josely Vianna Baptista é uma das mais impactantes e inventivas poetas do Brasil contemporâneo, uma escritora de inteligência e profundidade emocional, cujas visões vão do fusco ao fulgor, retornando, depois, ao negror.” – Michael Palmer

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    Somos diferentes mas parecidos e outras ideias de Fernanda Castro Bulle R$ 9,90

    Por meio de ilustrações e de uma linguagem simples e poética, este livro aborda a questão do preconceito em suas mais diferentes facetas e, numa segunda parte, nos fala de solidão e liberdade. Certamente, uma leitura para todos os tamanhos.

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    Somos todos zumbis de Newton Cannito R$ 11,90

    Somos todos zumbis é uma comédia tropicalista que mistura a série de TV The Walking Dead com o filme Jogos Mortais. Num futuro próximo, o mundo é dominado por uma imensa corporação e o politicamente correto virou lei. Os zumbis já foram aceitos socialmente (tal como os vampiros do seriado True Blood) e são considerados o tipo de funcionário ideal. Afinal eles não pensam, não tem crise ética, agem mais do que falam, sabem trabalhar em grupo e não tem medo da morte. Além disso, um zumbi bem treinado aprende a articular palavras e consegue decorar até 10 mil frases, como poesias do Paulo Coelho e aforismos de música sertaneja! Um sucesso!

    É nesse mundo que o jovem nerd Galileu entra na UPP (Universidade Pública para o Privado) onde as cotas para zumbi já passam dos 50%. O curso em si é um imenso reality show para testar a fidelidade do aluno para virar celebridade. É ali que Galileu irá se envolver num triângulo amoroso — com uma humana e um colega zumbi — e em uma revolução para derrubada do apresentador e CEO Sandro Malluco, controlador de todo Império Zumbi.

    Muito amor, muito morto e muita revolução numa comédia política tropicalista recheada de cultura pop. ”

    Venha se divertir com Somos todos zumbis.