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    Safada de Nalini Narayan R$ 9,90

    Polêmica, a autora homenageia Catherine Millet e Paulo Coelho numa ousada mistura de orgia e misticismo, sexo e magia. Sua prosa clara e engajada não falha em impactar o leitor para além do bem e do mal. Em tempos de moralismos exacerbados, esta obra é um manifesto pela liberdade, original e divertido, que nocauteia sem medo essas bandeiras empoeiradas.

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    Se o grão de arroz não morre: colônias de imigrantes japoneses de Masayuki Fukasawa R$ 14,90

    Colônias de imigrantes japoneses: desvendando onde e como tudo começou

    Em março de 1912, quatro anos depois da chegada do navio de imigrantes Kasato-maru, o fundador da colônia, Ikutaro Aoyagi fechou um contrato com o Governo Paulista na qual recebia 50 mil hectares de terra de graça com a condição de instalar um núcleo colonial. Na época, o Japão passava por uma grave crise de escassez de alimentos a ponto de ocorrerem diversas revoltas populares desencadeadas pela alta do preço do arroz. Os homens proeminentes da Era Meiji vislumbraram criar uma colônia com o objetivo de “enviar japoneses emigrantes, plantar arroz e fornecer a produção ao Japão”.

    Nas eras Meiji e Taisho (1868-1926), o Japão tentou criar conexões com o mundo por meio da emigração, que é um mecanismo de cooperação internacional, mas, em 1934, o Brasil promulgou a lei que restringia a imigração a uma cota de 2% do total de ingressantes no país nos últimos 50 anos, o que na prática, fechava as portas de entrada da América do Sul aos japoneses. A pressão emigratória japonesa da época era como uma panela de pressão a alta temperatura com a válvula girando e cuspindo vapor sem parar. Toda essa energia foi se voltando para a Manchúria e o Governo Japonês promoveu a emigração para as regiões da Manchúria e Mongólia organizando Grupos de Imigrantes Armados capitaneados pelo Exército de Guangdong.

    Essa foi uma grande encruzilhada da história.

    Como se a chama tivesse se apagado, o interesse pela emigração ao Brasil foi se reduzindo até o ponto em que no pós-guerra, a empreitada foi praticamente esquecida dentro da história contemporânea japonesa. A deflagração do conflito do Pacífico fez os japoneses do Brasil serem perseguidos como cidadãos inimigos do Eixo, principalmente nas regiões litorâneas como Santos e Registro.

    Apesar das tentativas, o plantio do arroz não era bem sucedido e os colonos passaram por sérias dificuldades. Em 1943, Torazo Okamoto pegou escondido sementes de chá preto da fábrica da Lipton no antigo Ceilão, Sri Lanka, e as trouxe até Registro, fazendo com que a região renascesse como a Capital Brasileira do Chá. Os japoneses criaram a “Capital do Chá” dentro do “Reino do Café”. Em seu auge, sete empresas competiam entre si para produzir 12 a 13 mil toneladas de chá, o que representava 85% de toda a produção nacional. O país, no entanto, perdeu competitividade internacional devido à variação do câmbio.

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    Segredos e sussurros de Eder C. R. Quintão R$ 14,90

    Esta é a primeira incursão literária do autor. São contos, crônicas e poesias reunidos em uma ‘conversa fiada’ que vai se criando e recriando sem tempo e sem pressa, como na mesa de um bar imaginário. Ao redor dessas personagens da imaginação, o mundo, visto nas suas andanças e nos seus mistérios cotidianos. Os contos são histórias sem qualquer respaldo em fatos ocorridos: são realidades apenas da imaginação. As crônicas são fantasias sobre reminiscências ao longo da vida: algumas ocorreram numa cidade fluminense, nisto apenas emulando Machado de Assis que também colocou na fluminense Itaguaí seu imaginoso hospício.

    Quanto às poesias, ora, estas são humildes jogos de palavras, e seu valor, as emoções que provocarem. São sensações com rimas apenas para lhes conferir musicalidade, enquanto a qualidade fica à mercê do leitor. Rimas conferem um canto – espécie de moldura das frases – enquanto a emoção do poema pode dispensá-las pela sutileza das ideias, pela lógica e o irreparável sentimento de que todo o texto é insubstituível. Quem não sonharia em poetizar como Machado de Assis em sua dedicatória a Carolina unindo perfeição de adjetivos, música da rima e comoções pungentes.

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    Segundas pessoas de Sergio Leo R$ 1,99

    A leitura como personagem, uma paixão que atravessa páginas: pessoas, segundas, primeiras.

    Sergio Leo ganhou o Prêmio Sesc de Literatura 2008 na categoria Contos, com o livro Mentiras do Rio, publicado posteriormente pela editora Record. Em 2014 publicou o livro-reportagem Ascensão e Queda do Império X (Nova Fronteira), sobre o fracasso empresarial do ex-bilionário Eike Batista.

    Jornalista desde 1983, já passou por diversos veículos, entre eles: ISTOÉO GloboFolha de S.Paulo eTV Globo. É colunista no jornal Valor Econômico.

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    Seis textos breves para estudantes de teatro de Afonso Nilson R$ 12,00

    Seis textos breves para estudantes de teatro é uma coletânea de peças teatrais escrita para grupos de alunos e professores de artes cênicas. São ideais para exercícios de cena, provas das disciplinas de encenação e direção, bem como montagens de fim de ano ou curriculares de cursos de teatro. Escritos entre 1999 e 2005, os textos abordam temáticas diversas, algumas contundentes. A maioria dos textos mantém um viés cômico, utilizando recursos como a ironia e o nonsense. Como os textos foram escritos para grupos específicos, as formações variam entre monólogo, duos, trios e para elencos maiores, com até onze atores. Os textos vêm sido encenados ao longo dos anos por alunos universitários de artes cênicas, escolas livres de teatro, grupos amadores, bem como em eventos como festivais e mostras de cenas curtas.

    Gerson Norse (diretor e professor de teatro)

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    Self cultural de Tales Ab’Sáber R$ 14,90

    Em fragmentos de sua própria experiência na clínica, onde tudo tem início e fim em psicanálise, Ab’Sáber nos apresenta um mergulho profundo e desafiador na trama simbólica e concreta do mundo na determinação das formas de sofrimento psíquico atuais.

    O título faz parte do selo Peixe-elétrico Ensaios, que apresenta ao leitor de língua portuguesa um conjunto de intervenções críticas em formato e-book. Ensaios clássicos ao lado de textos contemporâneos para serem baixados no mundo todo e por preço acessível.

    Com a mesma independência e disposição contra-ideológica da revista Peixe-elétrico, os ensaios aqui publicados pretendem estimular o debate crítico no país e responder às novas configurações do mercado editorial tradicional, afirmando o digital como espaço privilegiado para esse tipo de obra.

    Principais áreas: crítica literária, psicologia, filosofia, história da cultura e sociologia.

    Próximos títulos: “Meios e fins”, de Ricardo Piglia; “Futuro abolido”, de Pedro Meira Monteiro.

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    Sem importância coletiva de Daniela Lima R$ 9,90

    Após o acidente de Chernobyl, o processo de descontaminação foi iniciado por soldados apelidados de bio-robôs. Soldados enviados para morrer. Soldados que iam onde nem as máquinas poderiam ir. A radiação parava câmeras fotográficas, de vídeo, robôs e até mesmo helicópteros.

    Um repórter perguntou a um bio-robô se ele sabia que ia morrer, ao que ele respondeu: “sim, a minha vida só tem valor se terminar assim”.

    A Ucrânia era parte da União Soviética e a maioria dos bio-robôs era membro do Exército Vermelho.

    É nesse ambiente que se passa Sem importância coletiva, novo livro da carioca Daniela Lima. A escritora já havia publicado Anatomia (Ed. Multifoco, 2012) e foi a única brasileira a ter seus textos selecionados pela prestigiosa antologia da The Buenos Aires Review (2014).

    Ricardo Lísias, autor da apresentação do livro, afirma: “Como tudo é muito concentrado, o leitor não tem muito tempo para respirar. É melhor encher o pulmão antes de mergulhar em Sem importância coletiva”.

    Partindo de cartas de superfície, esquemas das nuvens de contaminação, mapas geológicos do local do acidente e diagramas de arquivos científicos, o artista gráfico Fabiano Gummo interferiu nesse rico material para dar forma gráfica ao desastre, criando 6 ilustrações exclusivas para o livro.

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    Senhoras da noite de Miguel Sanches Neto R$ 1,99
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    Signo e desterro – Sérgio Buarque de Holanda e a imaginação do Brasil de Pedro Meira Monteiro R$ 31,00

    Há tempos que os ensaios clássicos de interpretação do Brasil, escritos nas décadas de 1920 e 1930, vêm alimentando nosso debate intelectual, dentro e fora da universidade. “Raízes do Brasil”, de Sérgio Buarque de Holanda, está entre os que permanecem nos interpelando e nos ajudando a qualificar a dimensão de processo social que o nosso presente ainda oculta. Como um código, de cuja decifração dependesse a compreensão do peso do passado na configuração do presente e das nossas perspectivas de futuro enquanto sociedade.

    Signo e desterro de Pedro Meira Monteiro vem contribuir imensamente com os estudos do pensamento social brasileiro, desenvolvidos nas ciências sociais, história e estudos literários, que têm apostado no potencial heurístico daqueles ensaios para aproximar questões do presente, ou perenes em nossa sociedade, às interpretações do passado. Não apenas repensar os ensaios em sua identidade histórica, tarefa sem dúvida importante; mas surpreender e forjar um espaço cognitivo de comunicação entre o tempo da escritura e o nosso próprio tempo. Aliás, aí está uma exigência do ensaio como forma na recomposição da relação sujeito/objeto do conhecimento.

    As duas tarefas podem ser complementares, e, talvez, o êxito de Signo e desterro se deva também ao fato de ser ponto de chegada de um denso percurso intelectual, rico em deslocamentos de toda sorte. Além de autor de um dos livros fundamentais sobre Sérgio Buarque de Holanda, publicado há mais de uma década, entre outros trabalhos, Pedro Meira Monteiro com este seu novo livro amplia e enriquece nossa visão sobre “Raízes do Brasil” ao situá-lo em relação não apenas a temporalidades, mas também a contextos nacionais e tradições intelectuais distintas. Com a elegância intelectual de sempre, Pedro nos conduz agora pelas permanências de “Raízes do Brasil” na imaginação do país. Ao fazê-lo, concorre para redirecionar o estudo comparativo do pensamento social brasileiro para um campo mais aberto e mais criativo que o costumeiro. Enfim “desterrado”, “Raízes do Brasil” tem ainda muito a nos dizer, como verá o leitor.
    (André Botelho)

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    Sim de Noemi Jaffe R$ 1,99

    Em Sim o leitor é convidado para um jogo de perguntas e respostas, numa certeira aposta pelas veredas da literatura.

    Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.

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    Sinto muito, mas não sou japonesa de Noemia Hinata R$ 19,90

    Sinto muito, mas não sou japonesa trata dos choques culturais entre Brasil e Japão. Levantando exemplos teóricos e culturais, principalmente da sua grande paixão, o teatro nô, Noemia oferece também um enorme leque de situações cotidianas vividas por ela e seus familiares e amigos.

    Tudo sem perder o delicioso sotaque dos nipo-brasileiros que tão bem conhecemos no Brasil.

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    Só – Dores e delícias de morar sozinha de Rosane Queiroz R$ 14,90

    Neste livro, a jornalista Rosane Queiroz traz histórias, depoimentos, ideias práticas e receitas que ilustram o universo da solidão feminina. Traz um retrato sensível e bem humorado do universo das mulheres que moram sozinhas, gostam dos momentos de solidão ou “gostariam de gostar”.

    Além de narrar sua própria experiência, de quem viveu 11 anos sozinha, Rosane entrevistou 24 mulheres, com as mais diferentes idades e profissões, exemplificando as situações mais comuns que levam as pessoas a fazerem parte desse contexto. Nas entrevistas, são abordados tanto o lado prático – comida, decoração – como o comportamental – autoconhecimento, descobertas, momentos de solidão.

    A autora contou com o apoio de uma equipe de consultores nas áreas de psicologia, psiquiatria, arquitetura, psicanálise e terapias alternativas. Os depoimentos são intercalados com capítulos que narram a experiência da autora, e mostra os prós e contras de morar sozinha, com sugestões e informações sobre saúde, decoração, gastronomia, segurança etc.

    Lançado em 2004, vendeu duas edições, esgotou nas livrarias e agora, 11 anos depois, ganha uma reedição caprichada, com um novo capítulo sobre a era das redes sociais, que surgiram na última década, e outro com receitas de chefs famosos. O livro revela, afinal, que aprender a viver sozinha não é necessariamente sinônimo de sofrimento ou solidão, mas de descoberta e felicidade.