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    Cartas aos pósteros: Correspondência de Hilda Hilst e Mora Fuentes de Hilda Hilst, Mora Fuentes, R$ 19,90

    Cartas as pósteros reúne pela primeira vez parte da correspondência entre Hilda Hilst e Mora Fuentes, ou, entre a Lacraia e o Sapo.

    São 45 cartas cobrindo o longo período entre 1970 e 1990 abrindo ao leitor as dores, as alegrias, o processo de escrita e publicação, o amor e também o humor dos dois escritores; intimidade e cumplicidade.

    Um retrato fragmentado de Hilst e Fuentes, extremamente autêntico e contundente.

    Cartas aos pósteros sai pela primeira vez em livro nesta edição exclusivamente digital. Com organização e estabelecimento de texto do poeta e tradutor Ronald Polito.

     

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    Carvão de Alberto Lins Caldas R$ 1,99

    Sem acentos e sem vírgulas e com um fluxo certeiro, Alberto Lins Caldas constrói mais uma perspectiva com a língua e a ficção: uma faca só lâmina. “Carvão” é uma narrativa auto-extinguível ou um “desenho apagado das ruas o traço das poucas coisas talvez meus ossos aqui nessa toca amarela”.

    Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.

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    Casaco de astracã verde ou em busca do bonde perdido de Jandira Martini R$ 14,90

    Famosa por suas atuações marcantes no teatro, na televisão e no cinema brasileiros,  Jandira Martini nos surpreende desta vez com sua verve literária. Casaco de astracã verde ou Em busca do bonde perdido é uma obra memorável, que conduz o leitor por uma prosa autobiográfica, pelas memórias marcantes da autora, mas de uma forma nada tradicional. E que memórias! Com um texto direto, enxuto e coloquial, Jandira nos leva a um delicioso passeio por blocos carnavalescos da sua Santos natal, por flashs da infância, por momentos dramáticos, sempre num tom que mescla lembranças e bom humor na medida certa. Contundente como toda diva do teatro, Jandira se expõe, revela sua travessia por uma doença séria, mas em nenhum momento sentimos lamentações, pelo contrario, ela lança mão da mordacidade, dos deuses do teatro e nos guia por momentos hilários da sua vida, mesmo quando conta da sala de cirurgia pela qual passou. É nas situações de maior tensão, que ela se socorre, de forma sutil, com muita propriedade e na hora certa, de Molière, Machado, Wilde, Shakespeare e outros deuses da escrita. O próprio título nos conta que a obra é nada menos do que uma madeleine, isso mesmo, a do Proust. Uma leitura deliciosa e inteligente, quem sabe um futuro monólogo de teatro – torcemos por isso! Boa leitura.

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    Castelo Schweinstein de Claudia Grechi Steiner R$ 14,90

    Castelo Schweinstein é uma fábula ao contrário. No alto de uma montanha reina soberano sobre a cidadezinha caipira Bergland, o castelo de porte médio (ihhh… eles não são tão ricos nem tão nobres…) Schweinstein. Nele vivem duas famílias: os nobres em plena decadência e a família de empregados que os servem. Um príncipe gay fã do Studio 54, uma princesa punk e os dois filhos drogados. A história do castelo e seus habitantes é narrada por Martin, filho dos zeladores, apaixonado por Franziska, a primogênita dos Schweinstein.

    O nome Castelo Schweinstein é uma brincadeira com a Língua alemã (schwein=porco, stein = pedra) e os tradicionais nomes de castelos europeus que remetem a animais belos e majestosos, espelho e identificação da nobreza. Todas as fotos e filmes foram feitas na Suíça, Alemanha, Áustria e França.

    Castelo Schweinstein foi criado para o digital. Literatura digital não é literatura digitalizada. A literatura digital não reproduz no digital o que poderia ser impresso. A literatura digital cria a partir de e explora os recursos das plataformas de publicação. Não é só o uso de outras mídias, como fotos e vídeos, mas também o ritmo (romances longos recebem “zonas de respiro” onde é possível que o leitor faça uma pausa sem perder o fio da meada) e o formato do texto (pode conter interações, pop ups e outros recursos) que diferencia a criação para o digital. Além da criação do conteúdo, o layout faz toda a diferença no digital. O e-book tem que se adaptar as diferentes plataformas e readers que existem no mercado e não o contrário, permitindo leitura sem quebra de layout em iPad, iPhone, androides, aparelhos Kindle, Kobo e telas de computadores com sistemas diferentes. Quando tudo isso passa despercebido ao leitor, que se envolve na leitura, é sinal de que foi bem feito 😉

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    Castigo de Renato Tardivo R$ 5,90

    Esta novela é narrada por uma professora de ensino infantil que se dirige ao pai no momento em que ele está sendo velado. Ora com lirismo ora com ironia, “vomitando lembranças e esquecimentos e histórias e lacunas”, a narradora-personagem revela aspectos surpreendentes de sua vida sexual e de seu passado com a família. Castigo explicita que aqui se faz, aqui se paga: “um tapa surdo na boca”.

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    Castilho Hernandez, o cantor e sua solidão de Sidney Rocha R$ 1,99

    “A ideia só nasceu depois do aniversário. Alguns amigos vieram e beberam um pouco. Mas ele mesmo cansou de festas que não eram mais festas. Esteve sempre com amigos, antes, mas agora não recebia convites para cheirar, beber, mais nada, nem era mais carne para os noticiários. Assim, não se demorava em comemorações e tratou de se despedir dos poucos ali mesmo, no corredor, e compreendemos ali o abraço de Castilho na sua própria solidão.”

    Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.

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    Cavalos mortos permanecem no acostamento de Pedro Franz R$ 1,99

    Um dos mais talentosos quadrinistas brasileiros numa graphic short story sobre o amor e outros demônios.

    Formas Breves é um selo digital dedicado ao gênero conto. Seu único princípio é a qualidade. Com traduções diretas e exclusivas de grandes clássicos do conto universal ou com narrativas da nova geração de escritores em língua portuguesa, Formas breves é um ancoradouro desta galáxia chamada conto.

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    Cerejas azuis da meia noite de Marisa Sevilha Rodrigues R$ 9,90

    O eu lírico da poética de Marisa Sevilha Rodrigues fala dos sentimentos e dos sentidos femininos, e espargem sensualidade em seus poemas. A nudez que se declara abertamente na poética sevilhana é a pele que se despe do desnecessário, para ficar apenas com o que importa verdadeiramente, o sentir mais profundo:

    “Se o tempo não fosse tão ardil,
    ficaríamos com nossas rugas
    a entabular conversas íntimas”. 

    Suas delícias do prazer erótico são tão generosas com seu leitor, que se entrega às fantasias de amor, de encantos e feitiços. Mas, que ele não se deixe enganar por esse canto de sereia, pois inevitavelmente, será arrastado para outras experiências, bem mais intensas, como a dor física e moral, a traição, e a experiência da perda ou da morte.

    Enfim, na antessala de Cerejas Azuis da Meia Noite está o gozo, mas as portas do sofrimento também se abrirão lá pelas tantas do livro, pois os poemas sevilhanos não estão livres da pobre condição humana. Assim é o destino de todo homem sobre a terra.

    Um destino impregnado de ventura e desventura, tão bem captado e transformado em versos por essa poeta sensível ao que existe de mais recôndito e terrível nas nossas almas.

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    Certezas e peregrinações de Olga Curado R$ 14,90

    É um conjunto de 63 poemas, alguns quase lacônicos – de tão curtos parecem um soluço ou um desabafo irrompendo algum silêncio obrigatório. Falam de sentimentos, desejos, esperanças, a leitura de momentos, de locais conhecidos ou apenas imaginados. São poucas as certezas – e elas se referem às experiências comuns do cotidiano. Os poemas expõe um mundo interno, a confusão das frustrações, mas também comemoram a vida na sua simplicidade.

    As imagens que acompanham o texto são fotos feitas pela autora no deserto do Atacama. Registram o ambiente inóspito, grandioso, surpreendente, o esforço continuado da natureza em se manter na sua majestade. E também aparece a interferência do homem que ao construir caminhos, garante a eterna peregrinação.

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    Chão: Uma aventura violeira de Paulo Freire R$ 19,90

    De Sant’Ana do Livramento a Boa Vista

    De Cabo Branco a Rio Branco

    De Brasília até dizer chega…

    Chão não aborda apenas a vida da viola; seus tocadores; sua trajetória de violeiro, com suas alegrias e seus percalços. É sobretudo uma viagem pelo Brasil desconhecido, passando pelos cantos mais escondidos deste país, contando casos interessantes e mostrando o país que nós, brasileiros, pouco conhecemos. Nessa caminhada de dois anos, de norte a sul do país, graças ao formidável Projeto Sonora Brasil do Sesc, Paulo conta, por exemplo, a história do Acre, tão desconhecido do restante do país, passa por cidades onde só ele e Deus chegaram. Mas é sempre um relato com alegria, mesmo quando crítico, um contar histórias em que você pode ouvir o som da sua viola ao fundo.

    Quase um guia para brasileiros que possuem alguma curiosidade sobre os lugares mais distantes dos grandes centros, vilas poeirentas, cheias de gente boa, com muito a ensinar, e Paulo, com sua sensibilidade de artista, aprendeu tudo, sempre levando sua música até lá.

    Chão – uma aventura violeiraé um relato pessoal terno e forte, uma leitura deliciosa, verdadeira, imperdível.

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    Cidadania da bomba de Pádua Fernandes R$ 14,90
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    Cinco para meia-noite de James Siqueira R$ 14,90

    Na essência, o brasileiro é mesmo democrático? Eis uma das muitas interrogações trazidas por “Cinco para Meia-Noite”, que narra a busca de uma jovem argentina, após descobrir ter sido um dos bebês roubados nos porões da ditadura militar em seu país.

    À procura da própria identidade, ela segue para São Paulo atrás do pai biológico. Mas o Brasil em questão é outro: é um Brasil de uma história alternativa, um Brasil no qual o golpe de 1964 jamais existiu.

    Será pela alternância de registros feitos em primeira e terceira pessoa que o leitor se dará conta dos conflitos existenciais da protagonista, cujo nome jamais conheceremos.

    Ao mesmo tempo que vai montando o quebra-cabeça das suas origens, ela testemunha o mergulho do Brasil num clima de superlativa degradação. Em meio a uma crise moral sem precedentes, aos poucos vão se elevando vozes no meio da sociedade civil preconizando que o país não precisa de democracia, mas sim de desenvolvimento econômico e da manutenção da ordem e dos bons costumes.

    Uma “história alternativa” ou não tão alternativa assim?

    (Este romance foi escrito muito antes de agosto de 2016.)

    James Siqueira