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    Cultura japonesa 1: o caráter nacional de Masaomi Ise, Koichi Kishimoto, R$ 14,90

    Uma análise dos acontecimentos atuais, sua história e cultura.

    O que seria a cultura japonesa?

    Por que as pessoas daquele país deixaram de assaltar supermercados quando ocorreu aquele grande terremoto seguido de tsunami em 11 de março de 2011? Por que permaneceram ordeiramente em filas em meio à tragédia?

    Por que, na Copa do Mundo de 2014, os torcedores daquele país recolheram o lixo na arquibancada do estádio após o término do jogo?

    O que sentiu Einstein quando esteve no Japão, em sua viagem de conferências?

    Que pensamentos tiveram os vultos da história japonesa do período da restauração de Meiji como Ryoma Sakamoto, no momento dramático da inclusão do país no sistema mundial após 260 anos de isolação?

    Por que foram surgindo do Japão arrasado pela Segunda Grande Guerra, uma após outra, empresas de porte internacional?

    Nas entrelinhas desta coleção se esconde a história do Japão e as bases do pensamento japonês, que não se resumem apenas a sushi, sashimi, animação e “cosplay”.

    Nesta série você encontrará a essência da cultura japonesa.

    Uma publicação do Jornal Nikkey Shimbun.

    Nesta edição:

    O dever público e o grande terremoto do leste japonês

    Um país virtuoso por meta

    O Japão que Einstein viu

    O orgulho da mulher japonesa – De “Bushidô para mulheres”

    A revolução tecnológica das empresas tradicionais

    A colônia Hirano – Sítio colonial pioniero estabelecido pelos japoneses

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    Cultura japonesa 3: a cultura corporativa japonesa de Masaomi Ise R$ 14,90

    Uma análise dos acontecimentos atuais, sua história e cultura.

    O que seria a cultura japonesa?

    Por que as pessoas daquele país deixaram de assaltar supermercados quando ocorreu aquele grande terremoto seguido de tsunami em 11 de março de 2011? Por que permaneceram ordeiramente em filas em meio à tragédia?

    Por que, na Copa do Mundo de 2014, os torcedores daquele país recolheram o lixo na arquibancada do estádio após o término do jogo?

    O que sentiu Einstein quando esteve no Japão, em sua viagem de conferências?

    Que pensamentos tiveram os vultos da história japonesa do período da restauração de Meiji como Ryoma Sakamoto, no momento dramático da inclusão do país no sistema mundial após 260 anos de isolação?

    Por que foram surgindo do Japão arrasado pela Segunda Grande Guerra, uma após outra, empresas de porte internacional?

    Nas entrelinhas desta coleção se esconde a história do Japão e as bases do pensamento japonês, que não se resumem apenas a sushi, sashimi, animação e “cosplay”.

    Nesta série você encontrará a essência da cultura japonesa.

    Uma publicação do Jornal Nikkey Shimbun.

    Nesta edição:

    O pai da indústria automobilística japonesa

    Uma vida perseguindo sonhos

    Filosofia corporativa de “Servir a humanidade”

    Reforma econômica se inicia com recuperação da confiança

    Vistos do diplomata japonês salvam as vidas de seis mil judeus

    Formar pessoas é construir uma nação

    Édito imperial para a educação

    O primeiro nikkei a conquistar medalha na natação para o Brasil

     

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    Cultura japonesa 4: Ryo Mizuno, o pioneiro da imigração japonesa no Brasil de Masaomi Ise, Kousuke Kuji, Masayuki Fukasawa, R$ 14,90

    Uma análise dos acontecimentos atuais, sua história e cultura.

    O que seria a cultura japonesa?

    Por que as pessoas daquele país deixaram de assaltar supermercados quando ocorreu aquele grande terremoto seguido de tsunami em 11 de março de 2011? Por que permaneceram ordeiramente em filas em meio à tragédia?

    Por que, na Copa do Mundo de 2014, os torcedores daquele país recolheram o lixo na arquibancada do estádio após o término do jogo?

    O que sentiu Einstein quando esteve no Japão, em sua viagem de conferências?

    Que pensamentos tiveram os vultos da história japonesa do período da restauração de Meiji como Ryoma Sakamoto, no momento dramático da inclusão do país no sistema mundial após 260 anos de isolação?

    Por que foram surgindo do Japão arrasado pela Segunda Grande Guerra, uma após outra, empresas de porte internacional?

    Nas entrelinhas desta coleção se esconde a história do Japão e as bases do pensamento japonês, que não se resumem apenas a sushi, sashimi, animação e “cosplay”.

    Nesta série você encontrará a essência da cultura japonesa.

    Uma publicação do Jornal Nikkey Shimbun.

    Nesta edição:

    O sonho da construção de uma nação oceânica

    Dois homens sem apego algum à fama ou fortuna e até à própria vida, salvam o Japão dos perigos de uma guerra civil

    Samurais da suserania de Shonai se uniram para construir um Japão novo

    A filha de um Samurai procura florir em terras estrangeiras

    Depois da “Abertura do país”, a “Emigração”

    Saquê japonês, uma tradição de 1300 anos

     

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    Cultura japonesa 5: a Casa Imperial de Masaomi Ise, Masayuki Fukasawa, Kohei Osawa, R$ 14,90

    O que seria a cultura japonesa?

    Por que as pessoas daquele país deixaram de assaltar supermercados quando ocorreu aquele grande terremoto seguido de tsunami em 11 de março de 2011? Por que permaneceram ordeiramente em filas em meio à tragédia?

    Por que, na Copa do Mundo de 2014, os torcedores daquele país recolheram o lixo na arquibancada do estádio após o término do jogo?

    O que sentiu Einstein quando esteve no Japão, em sua viagem de conferências?

    Que pensamentos tiveram os vultos da história japonesa do período da restauração de Meiji como Ryoma Sakamoto, no momento dramático da inclusão do país no sistema mundial após 260 anos de insolação?

    Por que foram surgindo do Japão arrasado pela Segunda Grande Guerra, uma após outra, empresas de porte internacional?

    Nas entrelinhas desta coleção se esconde a história do Japão e as bases do pensamento japonês, que não se resumem apenas a sushi, sashimi, animação e “cosplay”.

    Nesta série você encontrará a essência da cultura japonesa.

    Uma publicação do Jornal Nikkey Shimbun.

    Nesta edição:

    A casa imperial

    Prece de uma dinastia inteira pelo bem-estar do povo

    Sucessão Imperial – um sagrado dever hereditário

    Palavras à sociedade nikkei no Brasil

    Toshihiko Tarama – O “Tenson Korin” da era Showa

    Membros da família imperial que sustentaram o fim da guerra

    Trinta e três mil quilômetros até a recuperação

    Imperador Kôkaku – Sessenta e dois anos de governo que alicerçaram a Restauração de Meiji

    Discurso de Sua Majestade sobre as suas atribuições como símbolo nacional

    Por que se discute a “abdicação em vida”?

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    Cultura japonesa 6: a diáspora de Okinawa de Masaomi Ise, Akira Miyagi, Chusei Takara, Vanessa Shiroma Tinem, Ana Maria Tamashiro Higa, R$ 14,90

    O que seria a cultura japonesa?

    Por que as pessoas daquele país deixaram de assaltar supermercados quando ocorreu aquele grande terremoto seguido de tsunami em 11 de março de 2011? Por que permaneceram ordeiramente em filas em meio à tragédia?

    Por que, na Copa do Mundo de 2014, os torcedores daquele país recolheram o lixo na arquibancada do estádio após o término do jogo?

    O que sentiu Einstein quando esteve no Japão, em sua viagem de conferências?

    Que pensamentos tiveram os vultos da história japonesa do período da restauração de Meiji como Ryoma Sakamoto, no momento dramático da inclusão do país no sistema mundial após 260 anos de insolação?

    Por que foram surgindo do Japão arrasado pela Segunda Grande Guerra, uma após outra, empresas de porte internacional?

    Nas entrelinhas desta coleção se esconde a história do Japão e as bases do pensamento japonês, que não se resumem apenas a sushi, sashimi, animação e “cosplay”.

    Nesta série você encontrará a essência da cultura japonesa.

    Uma publicação do Jornal Nikkey Shimbun.

    Nesta edição:

    Guerra e migração – A diáspora de Okinawa

    Reflexões sobre a Batalha de Okinawa

    A Batalha de Okinawa

    Os dois guardiões da ilha

    Assim lutou o povo de Okinawa

    A guerra na minha infância

    A Batalha de Okinawa e os imigrantes okinawanos

    A identidade uchinanchu entre as novas gerações

    Festival mundial uchinanchu

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    Se o grão de arroz não morre: colônias de imigrantes japoneses de Masayuki Fukasawa R$ 14,90

    Colônias de imigrantes japoneses: desvendando onde e como tudo começou

    Em março de 1912, quatro anos depois da chegada do navio de imigrantes Kasato-maru, o fundador da colônia, Ikutaro Aoyagi fechou um contrato com o Governo Paulista na qual recebia 50 mil hectares de terra de graça com a condição de instalar um núcleo colonial. Na época, o Japão passava por uma grave crise de escassez de alimentos a ponto de ocorrerem diversas revoltas populares desencadeadas pela alta do preço do arroz. Os homens proeminentes da Era Meiji vislumbraram criar uma colônia com o objetivo de “enviar japoneses emigrantes, plantar arroz e fornecer a produção ao Japão”.

    Nas eras Meiji e Taisho (1868-1926), o Japão tentou criar conexões com o mundo por meio da emigração, que é um mecanismo de cooperação internacional, mas, em 1934, o Brasil promulgou a lei que restringia a imigração a uma cota de 2% do total de ingressantes no país nos últimos 50 anos, o que na prática, fechava as portas de entrada da América do Sul aos japoneses. A pressão emigratória japonesa da época era como uma panela de pressão a alta temperatura com a válvula girando e cuspindo vapor sem parar. Toda essa energia foi se voltando para a Manchúria e o Governo Japonês promoveu a emigração para as regiões da Manchúria e Mongólia organizando Grupos de Imigrantes Armados capitaneados pelo Exército de Guangdong.

    Essa foi uma grande encruzilhada da história.

    Como se a chama tivesse se apagado, o interesse pela emigração ao Brasil foi se reduzindo até o ponto em que no pós-guerra, a empreitada foi praticamente esquecida dentro da história contemporânea japonesa. A deflagração do conflito do Pacífico fez os japoneses do Brasil serem perseguidos como cidadãos inimigos do Eixo, principalmente nas regiões litorâneas como Santos e Registro.

    Apesar das tentativas, o plantio do arroz não era bem sucedido e os colonos passaram por sérias dificuldades. Em 1943, Torazo Okamoto pegou escondido sementes de chá preto da fábrica da Lipton no antigo Ceilão, Sri Lanka, e as trouxe até Registro, fazendo com que a região renascesse como a Capital Brasileira do Chá. Os japoneses criaram a “Capital do Chá” dentro do “Reino do Café”. Em seu auge, sete empresas competiam entre si para produzir 12 a 13 mil toneladas de chá, o que representava 85% de toda a produção nacional. O país, no entanto, perdeu competitividade internacional devido à variação do câmbio.

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    Sinto muito, mas não sou japonesa de Noemia Hinata R$ 19,90

    Sinto muito, mas não sou japonesa trata dos choques culturais entre Brasil e Japão. Levantando exemplos teóricos e culturais, principalmente da sua grande paixão, o teatro nô, Noemia oferece também um enorme leque de situações cotidianas vividas por ela e seus familiares e amigos.

    Tudo sem perder o delicioso sotaque dos nipo-brasileiros que tão bem conhecemos no Brasil.