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    Conta-gotas: Máximas & reflexões de Pedro Meira Monteiro Grátis!

    Conta-gotas apresenta a produção de máximas e reflexões do professor de literatura brasileira da Universidade Princeton, Pedro Meira Monteiro.

    Num tempo já marcado pela forma condensada e pela rapidez das novas mídias, Meira Monteiro atualiza a longa tradição de se escrever aforismos para refletir sobre os tempos fragmentados do novo século.

    Gota por gota, palavra por palavra, a contemporaneidade é pensada através do filtro da literatura: “O fim é o fim da poesia”.

    Segundo Fernando Paixão – que assina a apresentação –, “Em doses mínimas, o veneno faz bem ao intelecto”.

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    Fisiologia da idade de Ricardo Lísias R$ 11,90

    Ricardo Lísias é um dos principais autores brasileiros da atualidade. Em Fisiologia da idade, Lísias busca reconstruir a juventude da personagem Ricardo Lísias a partir do resgate de suas primeiras leituras. Aquelas que supostamente teriam sido as mais marcantes.

    Mas Ricardo Lísias sabe o que está em jogo na literatura moderna. Romances de formação ou epifanias já não são capazes de estabelecer verdades, histórias coerentes e sentidos. O suposto projeto de autobiografia derrapa assim para uma ficção fragmentada e tensa que, paradoxalmente, é mais próxima ao fluxo da memória do que as inocentes biografias ultra-empíricas.

    Neste novo livro o autor de Divórcio entra ainda mais fundo na turbulenta fronteira entre ficção e realidade e acaba por fazer uma grande homenagem à literatura através de seu primo bastardo: os quadrinhos.

    Ricardo Lísias é um viciado em literatura. Tudo começa e termina com ela. A frase de Kafka poderia muito bem definir sumariamente este livro e todo o projeto literário de Lísias: “tudo o que não é literatura me aborrece”.

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    Intervenções: álbum de crítica de Ricardo Lísias R$ 14,90

    Intervenções: álbum de crítica, de Ricardo Lísias, reúne seus trabalhos de crítica e intervenção no espaço público nos últimos quinze anos. Neste apanhado o autor confirma que, além de ser um dos nomes mais importantes da literatura brasileira contemporânea, situa-se igualmente entre os melhores jovens críticos literários do Brasil. Tal como se vê em seus romances e contos, nos trabalhos de leitura aqui reunidos evidencia-se o radical compromisso de Lísias com a estética & a política, indissociáveis em seus discurso e prática. Na contramão de tantas leituras atuais, seus textos sobre Marcelo Mirisola, Luiz Rufato, Bernardo Carvalho e Daniel Galera, entre outros autores, são fundamentais para a crítica de suas obras. Mas Lísias também se envereda por nossa tradição, avaliando os legados de Drummond e Orides Fontela, por exemplo. E vai além, ao abordar grandes autores da literatura mundial, como James Joyce, ou, mais contemporaneamente, Jonathan Littell, com seu polêmico romance As benevolentes. Lísias também é um dos mais bem informados escritores do país sobre a literatura latino-americana, particularmente a argentina, sendo essenciais suas observações sobre Antônio Di Benedetto, escritor argentino que só agora começa a ser conhecido entre nós. Por fim, seu compromisso político com a mudança da realidade o leva a se enveredar por temos polêmicos, como os sem-terra e os sem-teto ou os prêmios literários. O que ressalta do conjunto é, então, a enorme coerência de seu projeto crítico e literário, que não recua em tentar fazer da literatura e da linguagem um instrumento de libertação.

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    Medida por medida de Alcir Pécora R$ 14,90

    Seleção de textos do crítico e professor Alcir Pécora, do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, publicados na revista CULT. Pécora tem se destacado não apenas por seus trabalhos sobre Antonio Vieira e oratória sacra, como também por vir acompanhando e avaliando sistematicamente a produção literária, mas também das ciências humanas, nas últimas décadas, tanto do Brasil como de outros quadrantes. Atento para as tarefas, contingências e falências dos sistemas de criação e pensamento, é uma voz bem incomum no panorama contemporâneo. O volume conta ainda com um prefácio do professor de filosofia Denilson Cordeiro.

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    Milorde e Medusa de Zuca Sardan R$ 14,90

    Milorde e Medusa é uma saga dividida em 6 baladas com 216 versos cada, do “veteraníssimo vate” e “patrono dos malditos”, Zuca Sardan.

    Poeta e desenhista, arquiteto de formação, diplomata, carioca radicado na Alemanha, Zuca brinda o leitor brasileiro com mais um livro recheado com fino humor satírico.

    Personagens delirantes vivem uma aventura repleta de louca paixão e remorso, com baleias, furacões, cenas românticas e perversas, conduzida por um discurso poético e gráfico.

    Assim começa a saga Milorde e Medusa:

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    Peixe-elétrico #04 de Umberto Eco, Beatriz Resende, Boris Groys, Hayden White, Priscilla Campos, Ronald Polito, Deepa Kumar, Gabriel Ferreira Zacarias, Marcelo Moreschi, Tiago Ferro, R$ 14,90

    Nesta edição:

    Dossiê Terror
    Três ensaios abrem a Peixe-elétrico #04 formando um complexo mosaico sobre um tema central deste início de século XXI: o terrorismo.

    Radicado na França, especialista na obra de Guy Debord, GABRIEL FERREIRA ZACARIAS aborda o chamado terrorismo islâmico a partir de problemas específicos da contemporaneidade ocidental, e não mais da geopolítica, da religião islâmica ou mesmo da ideia de choque de civilizações.

    A islamofobia nos EUA é o tema do ensaio de DEEPA KUMAR. A autora encontra o tipo de fala preconceituosa que alimenta esse perigoso fenômeno não só em Donald Trump, mas também nos discursos do presidente Obama. O ensaio é fruto da parceria da Peixe-elétrico com a norte-americana Jacobin.

    E fechando o Dossiê Terror, TIAGO FERRO resenha o Pequeno tratado da intolerância, de Charb, ex-diretor do Charlie Hebdo, morto nos ataques de 2015.

    Cinema e literatura: a estrutura do enredo – UMBERTO ECO
    Com o seu costumeiro brilhantismo, Eco compara a forma do romance com a do cinema. Para isso faz uma viagem pelos textos de Robbe-Grillet e filmes como O ano passado em Marienbad, O encouraçado Potemkin e O bandido Giuliano.

    Contra o realismo histórico – HAYDEN WHITE
    O historiador Hayden White faz uma leitura a contrapelo do romance clássico de Tolstói – Guerra e Paz – e encontra ali indícios de toda uma teoria pós-moderna da história. A tradução é assinada por DENISE BOTTMANN.

    Na mira da teoria – BORIS GROYS
    Em ensaio profundo e provocante, o crítico de arte Boris Groys procura os pontos frágeis e problemáticos da relação entre teoria e arte contemporânea. MARCELO MORESCHI escreve uma introdução ao pensamento de Boris Groys, situando o crítico em um panorama mais amplo do pensamento ocidental contemporâneo.

    A poética dos vivos – BEATRIZ RESENDE
    Ao se indagar sobre o que poderia ser uma poética dos vivos, a crítica Beatriz Resende refaz o fascinante trajeto de Paul Valéry como professor no Collège de France.

    No caminho de Gafi – RONALD POLITO
    O poeta e crítico Ronald Polito apresenta em detalhes a obra e a trajetória do jovem artista plástico paulista Guilherme Augusto, o Gafi.

    Itinerários flutuantes – PRISCILLA CAMPOS
    A resenha do livro Memórias de um empregado, de Federigo Tozzi, é assinada pela crítica Priscilla Campos que, ao analisar este relato curto em forma de diário, encontra o sujeito neurótico da modernidade e diversos de seus impasses.

    Traço, humor e fúria – ZUCA SARDAN
    O vate carioca Zuca Sardan criou exclusivamente para a Peixe-elétrico as imagens que ilustram esta edição.

    Os arquivos da ditadura – LUCAS FIGUEIREDO
    Peixe-elétrico entrevistou Lucas Figueiredo, autor de Lugar nenhum – militares e civis na ocultação dos documentos da ditadura.

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    Peixe-elétrico #07 de Alfonso Berardinelli, André Singer, Fábio Salem Daie, Flávio Ricardo Vassoler, Gonzalo Aguilar, Hernán Ronsino, Isabel Loureiro, Kelvin Falcão Klein, Maria Elisa Cevasco, Mario Cámara, Nuno Ramos, Taisa Palhares, R$ 14,90

    Nesta edição:

    Loser – NUNO RAMOS
    Ensaio baseado em palestra proferida em Berkley nos Estados Unidos, o artista plástico paulistano pensa sua obra a partir das diferenças entre se produzir cultura em regiões hegemônicas e não hegemônicas.

    Direita e esquerda na literatura – ALFONSO BERARDINELLI
    Um dos mais destacados críticos de nossos tempos, Berardinelli avalia o local da literatura e da modernidade a partir daqueles que considera autores-chave.

    A fábrica – HERNÁN RONSINO
    Apontamentos pessoais sobre o processo de modernização argentino a partir da relação de uma pequena cidade e sua principal fábrica. O ensaio serviu como ponto de partida para a escrita do romance Glaxo.

    Estrutura de sentimentos – MARIA ELISA CEVASCO
    A crítica e professora da USP pensa o lulismo e o momento atual do Brasil tendo como guia uma revisão da obra de Roberto Schwarz.

    Kafka vai ao cinema – KELVIN FALCÃO KLEIN
    O cinema no centro deste ensaio de crítica literária que articula Sebald com Kafka.

    O regresso dos pudibundos – FÁBIO SALEM DAIE
    Ensaio cultural de fôlego busca entender as manifestações de 2013 no Brasil e seus desdobramentos privilegiando como objeto de análise o cinema nacional contemporâneo.

    Guignard: A constituição do olhar moderno a partir da tradição europeia – TAISA PALHARES
    O inesgotável tema dos dilemas e apropriações da cultura europeia por artistas brasileiros é visto aqui por meio da obra de Alberto da Veiga Guignard.

    Dostoiévski lê Hegel na Sibéria e cai em prantos? – FLÁVIO RICARDO VASSOLER
    Em diálogo com László Földényii, Vassoler imagina leituras cruzadas de Dostoiévski e Hegel.

    Performance e literatura – GONZALO AGUILAR e MARIO CÁMARA
    Gabeira e Rufato estão no centro dos estudos de literatura e performance de Aguilar e Cámara.

    Neodesenvolvimentismo? Liberal-desenvolvimentismo? Neoliberalismo? – ISABEL LOUREIRO
    Como entender o lulismo a partir da questão agrária? Nos anos Lula quem afinal venceu a parada: MST ou agronegócio?

    Reformismo fraco – ANDRÉ SINGER
    Longa entrevista em áudio com o sociólogo André Singer a respeito das contradições do lulismo.

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    Por que amo Rosa de Silviano Santiago R$ 9,90

    A Coleção S/Z foi idealizada pensando em oferecer a pesquisadores e apaixonados por artes e literatura, ensaios e artigos, sempre inéditos, escritos por intelectuais de grande relevância da área de estudos culturais. A ideia é colocar em cena o pensamento acadêmico de ponta antes mesmo de sua publicação definitiva em livros e revistas especializadas, promovendo assim o debate e a inovação com a agilidade que somente edições digitais em formato breve podem realizar.S/Z é um convite ao que o pensamento da área de humanas tem de mais fascinante: repensar o mundo em toda a sua complexidade através da arte e da cultura.

    Neste número o crítico Silviano Santiago declara o seu amor ao escritor Guimarães Rosa e explica os motivos.

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    Rachel Rachel de Heloisa Buarque de Hollanda R$ 14,90

    “Eu me prometi, várias vezes, por vários anos, fazer um livro de fôlego sobre Rachel [de Queiroz]. Analisar sua obra moderna, seu perfil feminista, sua paixão política, seu estilo único, sua firmeza no trato com a palavra. Mas nunca escrevi esse livro […].”Se o livro de fôlego nunca foi escrito, podemos saborear em “Rachel Rachel” os ensaios e fragmentos de Heloisa Buarque de Hollanda para a realização dessa grande obra que, paradoxalmente, se revela aqui por inteira.O livro inclui os seguintes textos: “A roupa de Raquel um estudo sem importância”; “Rachel de Queiroz, profissão jornalista”; “Como entender Rachel de Queiroz?”; “O ethos Rachel”. E ainda o belo texto escrito por Heloisa e Rachel a quatro mãos “Dona Fideralina de Lavras”.

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    Ver lista de desejos
    Sem importância coletiva de Daniela Lima R$ 9,90

    Após o acidente de Chernobyl, o processo de descontaminação foi iniciado por soldados apelidados de bio-robôs. Soldados enviados para morrer. Soldados que iam onde nem as máquinas poderiam ir. A radiação parava câmeras fotográficas, de vídeo, robôs e até mesmo helicópteros.

    Um repórter perguntou a um bio-robô se ele sabia que ia morrer, ao que ele respondeu: “sim, a minha vida só tem valor se terminar assim”.

    A Ucrânia era parte da União Soviética e a maioria dos bio-robôs era membro do Exército Vermelho.

    É nesse ambiente que se passa Sem importância coletiva, novo livro da carioca Daniela Lima. A escritora já havia publicado Anatomia (Ed. Multifoco, 2012) e foi a única brasileira a ter seus textos selecionados pela prestigiosa antologia da The Buenos Aires Review (2014).

    Ricardo Lísias, autor da apresentação do livro, afirma: “Como tudo é muito concentrado, o leitor não tem muito tempo para respirar. É melhor encher o pulmão antes de mergulhar em Sem importância coletiva”.

    Partindo de cartas de superfície, esquemas das nuvens de contaminação, mapas geológicos do local do acidente e diagramas de arquivos científicos, o artista gráfico Fabiano Gummo interferiu nesse rico material para dar forma gráfica ao desastre, criando 6 ilustrações exclusivas para o livro.