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    A paixão insone de Ronaldo Monte R$ 5,90

    A paixão insone, inédito do escritor alagoano, Ronaldo Monte, professor universitário e psicanalista em João Pessoa.  A paixão insone, num texto primoroso, explora a solidão em busca de ternura em conturbada convivência com a violência da grande cidade. Em sucessivos movimentos, vai do adaggio ao presto e fortissimo de um desfecho inesperado.

    LATITUDES – título da coleção literária que tem curadoria de Maria Valéria Rezende, refere-se, sim, a paralelos e meridianos, a geografias, paisagens, diferentes pontos de vista a partir dos quais podemos perceber nossas várias facetas, e a tudo o mais que sua etimologia possa evocar – do latim, latitūdo,ĭnis ‘largura, extensão, amplidão’.

    Nasce de uma convicção: em todos os recantos do Brasil brota literatura de alta qualidade, nem sempre visível para todos nós, privilégio apenas daqueles que compartilham com os autores o mesmo e restrito espaço em que vivem e se publicam, mas que, voando com velozes asas digitais poderá enriquecer e alargar até suas verdadeiras dimensões aquilo que hoje se considera “a literatura brasileira”.

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    Aqui as noites são mais longas de Geraldo Maciel R$ 5,90

    Aqui as noites são mais longas, romance inédito de Geraldo Maciel (1950-2009), escritor paraibano, engenheiro civil e de produção, professor na Universidade Federal da Paraíba (UFPB), parte de uma repentina e irresistível crise de saudades que atinge simultaneamente os nordestinos migrados para São Paulo e os faz partir em massa, perturbando o cotidiano da metrópole. Partem em busca da terra natal, cada um por si, por seus caminhos e destinos, que se entrecruzam, se bifurcam, se dispersam. Com alta densidade lírica e riquíssima linguagem, revela-se a imensa complexidade e variedade dos sujeitos que os estereótipos do “baiano” e do “paraíba” ocultam.

    Em 2008, Geraldo Maciel recebeu o Prêmio Lucílio Varejão / Cidade do Recife, com o romance Peccata Mundi, que não chegou a ver publicado, em 2012, pelo Conselho de Cultura da Prefeitura do Recife, tendo falecido repentinamente poucos meses após o anúncio da premiação. A morte o alcançou quando negociava o contrato com uma grande editora do Rio de Janeiro interessada na publicação deste extraordinário romance, Aqui as noites são mais longas. Nem a família nem os amigos conseguiram retomar esse contato iniciado com a editora. Sai agora pela Coleção Latitudes.

    LATITUDES – título da coleção literária que tem curadoria de Maria Valéria Rezende, refere-se, sim, a paralelos e meridianos, a geografias, paisagens, diferentes pontos de vista a partir dos quais podemos perceber nossas várias facetas, e a tudo o mais que sua etimologia possa evocar – do latim, latitūdo,ĭnis ‘largura, extensão, amplidão’.

    Nasce de uma convicção: em todos os recantos do Brasil brota literatura de alta qualidade, nem sempre visível para todos nós, privilégio apenas daqueles que compartilham com os autores o mesmo e restrito espaço em que vivem e se publicam, mas que, voando com velozes asas digitais poderá enriquecer e alargar até suas verdadeiras dimensões aquilo que hoje se considera “a literatura brasileira”.

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    Já não há golfinhos no Tejo de Joana Belarmino R$ 5,90

    Os contos reunidos em Já não há golfinho no Tejo, respondem numa linguagem em que a poesia emerge naturalmente, à pergunta feita no primeiro dos textos da coletânea: “Você tem uma história? Uma história que você não conta a ninguém? Todo mundo tem uma história. Todo mundo tem uma história estranha, uma história inacreditável, uma história tola ou séria, uma história que não conta a ninguém. Eu tenho a minha, você tem a sua.”

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    O beijo de Deus de Dôra Limeira R$ 5,90

    O beijo de Deus, traz mais de sessenta curtíssimos e densos contos da escritora paraibana Dôra Limeira. Publicado numa primeira edição em 2007, em João Pessoa, pela editora Manufatura, de Gerado Maciel, esgotou-se rapidamente, como todos os livros de Dôra.

    Em O beijo de Deus, Dôra Limeira traça, sem dó mas com implícita misericórdia, um inventário da dor cotidiana que não se vê sobre os palcos das grandes tragédias, mas infiltra-se nas vidas escondidas e na alma do leitor.

    LATITUDES – título da coleção literária que tem curadoria de Maria Valéria Rezende, refere-se, sim, a paralelos e meridianos, a geografias, paisagens, diferentes pontos de vista a partir dos quais podemos perceber nossas várias facetas, e a tudo o mais que sua etimologia possa evocar – do latim, latitūdo,ĭnis ‘largura, extensão, amplidão’.

    Nasce de uma convicção: em todos os recantos do Brasil brota literatura de alta qualidade, nem sempre visível para todos nós, privilégio apenas daqueles que compartilham com os autores o mesmo e restrito espaço em que vivem e se publicam, mas que, voando com velozes asas digitais poderá enriquecer e alargar até suas verdadeiras dimensões aquilo que hoje se considera “a literatura brasileira”.

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    Palavras que devoram lágrimas de Roberto Menezes R$ 5,90

    Completando a série dos primeiros cinco livros da coleção Latitudes, a versão definitiva e inédita do romance Palavras que devoram lágrimas, de Roberto Menezes, jovem escritor paraibano nascido em 1978, por acaso, diz ele, em Pernambuco. Em Palavras que devoram lágrimas, acompanha-se em ritmo veloz o fluxo de consciência de uma mulher, revelando-se camadas de lembranças e desgostos acumulados durante sete anos de um casamento acabado, à medida em que ela lixa as camadas de tinta do quarto do seu apartamento.

    LATITUDES – título da coleção literária que tem curadoria de Maria Valéria Rezende, refere-se, sim, a paralelos e meridianos, a geografias, paisagens, diferentes pontos de vista a partir dos quais podemos perceber nossas várias facetas, e a tudo o mais que sua etimologia possa evocar – do latim, latitūdo,ĭnis ‘largura, extensão, amplidão’.

    Nasce de uma convicção: em todos os recantos do Brasil brota literatura de alta qualidade, nem sempre visível para todos nós, privilégio apenas daqueles que compartilham com os autores o mesmo e restrito espaço em que vivem e se publicam, mas que, voando com velozes asas digitais poderá enriquecer e alargar até suas verdadeiras dimensões aquilo que hoje se considera “a literatura brasileira”.