Artes e comunicação (53)

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    Feminismo & príncipes encantados de Fernanda Breder R$ 14,90

    Desde o lançamento de A Branca de Neve e os sete anões em 1937, as princesas da Disney fazem parte do imaginário popular. Porém, é fácil esquecer que os filmes de animação refletem o contexto histórico de quando foram criados.

    De personagens passivas, como Aurora à espera de que um príncipe a despertasse, as princesas se transformaram junto da sociedade, se rebelando contra o status quo e se tornando muito mais do que belas e passivas. Dentro deste contexto, as princesas permitem observar a evolução do papel da mulher na sociedade ao longo de todo o século XX e começo do século XXI.

    Em Feminismo e Príncipes Encantados, somos convidados a refletir sobre a atemporalidade dos filmes de animação e o que os torna fascinantes até hoje, além de explorar a questão: o que significa “ser uma princesa”?

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    Furoshiki de Sofia Nanka Kamatani R$ 27,90

    A designer e professora de Furoshiki Sofia Nanka Kamatani compartilha o resultado de sua pesquisa e paixão pelo Japão em especial pelo Furoshiki – a história de uma arte tradicional japonesa do embrulho criativo, versátil, sustentável e prático de um tecido quadrado que contém um Universo de significados.

    Um convite aos leitores para compreender o conteúdo do Furoshiki através das ideias e dicas preciosas que estão ilustrados passo a passo nos 47 tutoriais.

    A novidade é o Alfabeto de A a Z do Furoshiki, uma tendência para inspirar e transformar o cotidiano dos brasileiros de forma equilibrada como a metodologia do Nó do Furoshiki entre o coração e a razão.

    Como dizem os japoneses: “mottainai”, portanto não vamos desperdiçar e compartilhar o conhecimento do Furoshiki entre NÓS.

     

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    Intervenções: álbum de crítica de Ricardo Lísias R$ 14,90

    Intervenções: álbum de crítica, de Ricardo Lísias, reúne seus trabalhos de crítica e intervenção no espaço público nos últimos quinze anos. Neste apanhado o autor confirma que, além de ser um dos nomes mais importantes da literatura brasileira contemporânea, situa-se igualmente entre os melhores jovens críticos literários do Brasil. Tal como se vê em seus romances e contos, nos trabalhos de leitura aqui reunidos evidencia-se o radical compromisso de Lísias com a estética & a política, indissociáveis em seus discurso e prática. Na contramão de tantas leituras atuais, seus textos sobre Marcelo Mirisola, Luiz Rufato, Bernardo Carvalho e Daniel Galera, entre outros autores, são fundamentais para a crítica de suas obras. Mas Lísias também se envereda por nossa tradição, avaliando os legados de Drummond e Orides Fontela, por exemplo. E vai além, ao abordar grandes autores da literatura mundial, como James Joyce, ou, mais contemporaneamente, Jonathan Littell, com seu polêmico romance As benevolentes. Lísias também é um dos mais bem informados escritores do país sobre a literatura latino-americana, particularmente a argentina, sendo essenciais suas observações sobre Antônio Di Benedetto, escritor argentino que só agora começa a ser conhecido entre nós. Por fim, seu compromisso político com a mudança da realidade o leva a se enveredar por temos polêmicos, como os sem-terra e os sem-teto ou os prêmios literários. O que ressalta do conjunto é, então, a enorme coerência de seu projeto crítico e literário, que não recua em tentar fazer da literatura e da linguagem um instrumento de libertação.

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    Jornalismo século XXI de Elizabeth Lorenzotti R$ 14,90

    Jornalismo século XXI – O modelo #MídiaNINJA registra a trajetória inicial deste coletivo midialivrista, cuja história está ligada à dos vários coletivos espalhados pelo país e pelo mundo. Uma experiência que começou abalando o establishment da comunicação jornalística. Com seus smartphones, eles protagonizaram a grande novidade na cobertura das Jornadas de Junho.

    Elizabeth Lorenzotti acompanhou esses acontecimentos durante 81 dias – entre 18 de junho e 7 de setembro de 2013. Quando explodiram as jornadas de protestos, conta a autora “entrei no Twitter e li: ‘Não precisamos de mídia partidarista, temos celulares!’. A tuitada daquele garoto, descobri em seguida, foi uma síntese perfeita de novos tempos na comunicação, para os quais a compreensão ainda é difícil.”

    Os repórteres da mídia tradicional televisiva transmitiam do alto de edifícios, em razão da fúria dos manifestantes, que os expulsavam das ruas. Foi quando a autora encontrou no Facebook, a página N.I.N.J.A. (Narrativas Independentes Jornalismo e Ação).

    A Mídia Ninja chegou a picos de audiência de mais de 120 mil espectadores. E desde junho, em seis meses, atingiu cinco milhões de visualizações. Mas seu desempenho rendeu uma enxurrada de denúncias contra o coletivo que os abriga, o Fora do Eixo, e mais do que acaloradas discussões em artigos de jornais e revistas, e na rede. E, por outro lado, inúmeras reportagens em importantes órgãos da mídia internacional, do New York Times e Wall Street Journal ao El Pais, Le Monde, The Guardian e, até hoje, em muitos outros.

    Do modelo analógico, ligado à lógica do líder de opinião, o mediador, emitindo do centro para a periferia – a Mídia de Massa – passa-se ao digital – a Massa de Mídias, a construção colaborativa de narrativas e conteúdos feitos por muitos atores que resulta em uma pluralidade de pontos de vista, como vários especialistas nos explicam ao longo deste livro.

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    Medida por medida de Alcir Pécora R$ 14,90

    Seleção de textos do crítico e professor Alcir Pécora, do Instituto de Estudos da Linguagem da Unicamp, publicados na revista CULT. Pécora tem se destacado não apenas por seus trabalhos sobre Antonio Vieira e oratória sacra, como também por vir acompanhando e avaliando sistematicamente a produção literária, mas também das ciências humanas, nas últimas décadas, tanto do Brasil como de outros quadrantes. Atento para as tarefas, contingências e falências dos sistemas de criação e pensamento, é uma voz bem incomum no panorama contemporâneo. O volume conta ainda com um prefácio do professor de filosofia Denilson Cordeiro.

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    Meios e finais de Ricardo Piglia, Fermín A. Rodríguez, Pedro Meira Monteiro, Paul Firbas, R$ 14,90

    Meios e Finais – Conversas em Princeton é muito mais do que um livro de entrevistas com Ricardo Piglia. Como afirma Paul Firbas (organizador da obra) no prefácio: “A conversa é um dos gêneros prediletos de Piglia para a interseção entre a crítica e a ficção, e para buscar, de alguma forma, escapar do lugar de enunciação da academia e das autoridades. Sendo assim, tais conversas, logo convertidas em textos de crítica, configuram também os capítulos imaginários de algum romance epistolar entre amigos.”

    A publicação surgiu a partir de uma roda de conversa, que aconteceu em novembro de 2010, entre o autor argentino e os professores e críticos literários Paul Firbas, Pedro Meira Monteiro e Fermín A. Rodríguez, sobre temas como cinema, política, tecnologia, leitura e controle social.

    O título faz parte do selo Peixe-elétrico Ensaios, que apresenta ao leitor de língua portuguesa um conjunto de intervenções críticas em formato e-book.

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    Música brasileira: O chorinho através dos tempos de Celso Rizzi R$ 14,90

    “De forma despretensiosa, Celso Rizzi leva o leitor a ingressar nesse mundo “Chorão” acerca de temas não muito cogitados e por vezes muito deles ávidos de conhecimento ou curiosidade acerca da história desse gênero. Constitui uma coletânea de informações, cujo objetivo é demonstrar os atributos de nossa mais importante manifestação.

    Os relatos aqui contidos são frutos de peregrinações de anos de pesquisa. Celso Rizzi é um desses observadores inquietos, documentarista sensível e apaixonado cuidadosamente sensato e brilhante, demonstrando total erudição no tema em questão.

    Nas páginas do presente trabalho, os leitores encontrarão informações sobre a grande maioria dos Chorões brasileiros, compositores antigos e atuais, intérpretes, dirigentes – muitos já falecidos, outros esquecidos – bem como aqueles que tiveram o privilégio de ingressar na vida artística e se conservarem ainda em certa evidencia. Encontrarão ainda um enorme relato sobre a discografia do gênero – e com tanta informação, toca ainda em outra motivação bastante significativa: o desejo de contribuir para a formação de uma consciência musical brasileira – “a nossa mais verdadeira pura manifestação”. Reúne vários episódios rigorosamente estudados e pesquisados, e garanto, não será decepcionante para quem espera considerações intelectuais.”

    Izaias Bueno de Almeida

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    O ano em que vivemos perigosamente de Pyr Marcondes Grátis!

    Marketing, negócios e a certeza de que sairemos transformados

    Reunião de artigos inquietantes do jornalista e empresário Pyr Marcondes para o ProXXIma e para a Exame revelam desafios da Transformação Digital e o futuro da tecnologia e da inovação nas empresas.

    Os temas variam de 5G, internet das coisas, cidades inteligentes, inteligência artificial, internet e computação quântica e a exponencialidade tecnológica até como consumidores e empresas deverão se relacionar num mundo cada vez mais acelerado pela inovação.

    Escritos durante o ano de 2020 como colaboração para o Blog do Pyr, seção do site ProXXIma, do Grupo Meio & Mensagem, e também em sua coluna fixa na Revista Exame, os artigos trazem sempre o tom ao mesmo tempo coloquial e incisivamente crítico que notabilizaram o autor em seus quarenta anos como publisher, palestrante e analista de mercados e tendências.

    Na ótica de Pyr Marcondes, a tecnologia será a grande plataforma sobre a qual a evolução das sociedades e dos negócios se dará e as companhias e negócios que não souberem acompanhar a velocidade das transformações em curso, pagará o preço da obsolescência e da irrelevância.

    Alerta ainda para o fato de que seguem sendo os seres humanos que estão no comando e que cabe a eles as grandes decisões a serem tomadas diante de um futuro que aponta a interseção de máquinas e pessoas como um dos grandes enigmas a serem resolvidos pela humanidade nos anos que já estão em curso.

     

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    O ator impuro de Afonso Nilson

    O que quer o público de teatro? Até que ponto o teatro é uma ameaça ao fascismo e à intolerância? O que é um bom ator? São algumas das questões abordadas nos quatro ensaios que compõem O Ator Impuro, do dramaturgo e pesquisador Afonso Nilson B. de Souza.

    Neste livro, o autor reflete sobre algumas das questões mais urgentes para as artes cênicas no país, como a ascensão da censura, capacidade e possibilidades de difusão das artes em cidades periféricas, novas configurações e interesses das plateias contemporâneas, bem como uma reflexão sobre criatividade e limitações técnicas na formação de atrizes e atores.

    O ensaio que dá nome à coletânea, O ator impuro, foi o vencedor, em 2015, do Prêmio Iberoamericano de Ensaios sobre Teatro, promovido pelo CELCIT – Centro Latinoamericano de Creación e Investigación Teatral, uma das mais representativas instituições de formação e difusão das artes cênicas na América Latina.

    A edição conta também com o prefácio da crítica e pesquisadora teatral Beth Néspoli, que salienta que a “escrita fluente e um autor que não se exime de confrontar, com honestidade intelectual, as questões de seu tempo” constituem algumas das razões para a repercussão dos textos.

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    O colecionador de sombras de Sérgio Augusto R$ 19,90

    O colecionador de sombras reúne pela primeira vez a produção do jornalista Sérgio Augusto sobre cinema. A obra chega aos leitores exclusivamente em formato digital.

    “Sérgio Augusto é, até onde sei, o único filho intelectual de um estranho casal formado pelo Cahiers du Cinéma e a New Yorker.”

    “Os 66 textos que agora aparecem em sua tela são reflexo, em vários sentidos, da tela à qual dedicou grande parte de uma carreira brilhante, que em quase seis décadas passou pelo melhor do jornalismo brasileiro, dos jornais e revistas mainstream aos momentos heroicos e decisivos do Opinião e do Pasquim.”

    “Assim arrumados em livro, estes ensaios publicados no Estado de S. Paulo entre 2001 e 2015 formam uma espécie de autobiografia intelectual e sentimental do jovem que ao ler uma crítica de Moniz Vianna decidiu: “‘É isto que eu quero ser na vida’. Ou seja, ser capaz de assistir a um filme e depois escrever uma porção de coisas inteligentes a seu respeito”. Um projeto que, como se viu e verá aqui, saiu melhor do que a encomenda.”

    Trechos do prefácio inédito, por Paulo Roberto Pires.

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    O tempo de B.Léza: documentos memórias de Gláucia Nogueira R$ 24,99

    B.Léza (Francisco Xavier da Cruz, 1905-1958) é um dos nomes mais importantes da música de Cabo Verde, país da África Ocidental que até 1975 foi uma colônia de Portugal. Autor de grandes clássicos da música cabo-verdiana, foi com a morna – música de andamento lento e letras em geral sentimentais – que B.Léza se consagrou como compositor, embora tenha feito incursões por outros gêneros, como marchas de carnaval e sambas. As suas mornas ficaram conhecidas em muitas partes do mundo pela voz da cantora Cesária Évora, e o sucesso internacional desta artista deve muito às criações de B.Léza.

    O Tempo de B.Léza. Documentos e Memórias fala da vida e da obra do compositor. Uma vida com altos e baixos cujo legado é hoje reconhecido pelos cabo-verdianos pela instituição do Dia Nacional da Morna na data do seu nascimento: 3 de dezembro. A primeira edição de O Tempo de B.Léza, em 2005, assinalou o centenário do músico. A edição em e-book, em 2020, assinala a entrada da morna na lista da Unesco do patrimônio imaterial da humanidade.

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    Peixe-elétrico #01 de Alcir Pécora, Juan Villoro, Leonardo Martinelli, Ricardo Piglia, Marcelo Moreschi, Matilde Campilho, Grátis!

    Nesta edição:

    Os livros da minha vida – RICARDO PIGLIA
    Ricardo Piglia organiza neste ensaio alguns aspectos de suas memórias a partir dos livros que teriam lhe marcado de forma bastante particular, sobretudo até a sua juventude. Lançando mão do sempre presente Emilio Renzi, o autor de Respiração artificial engenhosamente mostra que se há algo de sua vida que pode ser retomado, é a literatura. O texto de Piglia circulou durante a Feira do Livro de Guadalajara de 2014 e é uma amostra das publicações que ele está programando lançar. São textos memorialísticos, fragmentos de resenha, entradas de diários etc. Peixe-elétrico publica em primeira mão essa nova fase da obra de um dos principais escritores latino-americanos.

    A arte de ler – JUAN VILLORO
    O texto de Juan Villoro comenta justamente a nova produção de Ricardo Piglia, observando como há ali uma espécie de ética de leitura. Para Villoro, Piglia está sintonizado com a ideia de Borges de que um livro tem a vida decidida por seus leitores e por isso seleciona momentos bastante delicados e radicais da arte de ler: homens encarcerados ou à beira da morte são alguns dos leitores que mais interessam a Ricardo Piglia. Haveria ainda na operação contemporânea do escritor argentino uma espécie de balanço de sua trajetória literária. Ler Piglia apresentado por Villoro nos parece um privilégio: são dois dos escritores mais livremente criativos da América Latina contemporânea.

    A musa falida – ALCIR PÉCORA
    A famosa crise nos estudos de humanidades é discutida por Alcir Pécora na palestra que ele ofereceu aos alunos ingressantes na Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra no início do ano letivo 2014-15. Mais do que apenas identificar fraturas ou apontar problemas, Pécora lança mão de um grupo de teóricos contemporâneos para fazer uma espécie de proposta de sobrevivência diante dos impasses que as humanidades no geral, e mais especificamente os estudos literários, enfrentam há alguns anos. O ensaio do professor da Unicamp ainda ilumina a proposta de rede que a Peixe-elétrico pretende estabelecer, ao mencionar um ensaio de Boris Groys, que iremos publicar em um dos nossos próximos números.

    Repare nos peixes: se debatendo, se debatendo sobre a pedra fria – MATILDE CAMPILHO
    Matilde Campilho, um dos nomes mais interessantes da nova poesia portuguesa, publica a primeira resenha da série que Peixe-elétrico pretende lançar em suas edições. Com a mesma sensibilidade de seus poemas, Campilho analisa Desalinho de Laura Liuzzi, associando-o a outras manifestações culturais e identificando as tendências de outra jovem artista. Sem nenhum tipo de direcionamento, pretendemos publicar uma resenha por edição de Peixe-elétrico.

    O som ao redor (e a música que nos representa) – LEONARDO MARTINELLI
    O texto de Leonardo Martinelli discute como as políticas públicas de divulgação internacional de nossa música erudita obedecem a uma visão de nação muito específica e que acaba deixando de lado diversas manifestações interessantes e representativas. É uma forma excludente e às vezes clichê de pensar o Brasil, muitas vezes para satisfazer a uma certa visão estrangeira já pré-concebida sobre nós. Junto com o texto de Alcir Pécora, Martinelli demonstra a disposição de Peixe-elétrico para o debate franco, crítico e livre, além de deixar claro nosso interesse por todas as artes.

    Mário de Andrade como ruína psicoetnográfica: o retrato de Flávio de Carvalho – MARCELO MORESCHI
    Marcelo Moreschi, professor da Unifesp, assina um longo ensaio sobre o retrato que Flávio de Carvalho pintou de Mário de Andrade, as leituras e repercussões da obra e, sobretudo, a maneira como um dos nossos líderes modernistas construiu aos poucos a própria imagem e tentou controlar a recepção de seu trabalho. É um texto que demonstra por fim a intenção de Peixe-elétrico de intervir no debate sobre a tradição artística brasileira. Pretendemos discutir ainda a obra de muitos artistas canônicos, sempre em textos fundamentados e que possam gerar outras reflexões.

    O globo da morte de tudo – NUNO RAMOS e EDUARDO CLIMACHAUSKA
    O ensaio visual que ilustra esta edição de Peixe-elétrico é parte do registro da exposição O globo da morte de tudo, de Nuno Ramos e Eduardo Climachauska. No caso desses dois artistas emblemáticos, a atitude de colocar tudo abaixo, serviu como motor para a produção de uma performance singular e perturbadora. Peixe-elétrico não podia estrear com imagens mais adequadas.