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ISBN: 9788584742066

Correspondência

de Camille Claudel
Neste volume está reunida pela primeira vez no Brasil a correspondência completa da artista. São mais de 300 cartas endereçadas a diversos destinatários, entre eles Paul Claudel, Auguste Rodin e Florence Jeans. O material cobre de temas pessoais até questões do mundo das artes da época.

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“Your favourite virtue. Não tenho: são todas aborrecidas Your favourite qualities in man. Obedecer sua mulher Your favourite qualities in woman. Enfurecer seu marido Your favourite occupation. Não fazer nada Your chief characteristic. O capricho e a inconstância Your idea of misery. Ser mãe de muitos filhos Your favourite colour and flower. A cor que muda mais e a flor que não muda Your favourite poets. Aquele que não faz versos Your favourite painters and composers. Eu mesma What characters in history do you most dislike? Eles são todos desagradáveis What is your present state of mind? É muito difícil de dizer For what fault have you most toleration? Tolero todos meus defeitos mas nem um pouco os dos outros.”Trecho de carta de 16 de maio de 1888.Neste volume está reunida pela primeira vez no Brasil a correspondência completa da artista. São mais de 300 cartas endereçadas a diversos destinatários, entre eles Paul Claudel, Auguste Rodin e Florence Jeans. O material cobre de temas pessoais até questões do mundo das artes da época.

ISBN: 9788584742066
Data de publicação: 2018
Páginas: 310
Tradutor: Walquíria Corrêa de Araújo C. Vale

1864
Nasceu em Fère-en-Tardenois, França. Tendo sido seu talento notado precocemente por seu pai, que a apresentou ao escultor e seu primeiro mestre Alfred Boucher, a artista acabou sendo levada ao estúdio de Rodin, de quem se tornou assistente. Uma das escultoras mais talentosas do século 19, teve sua biografia marcada por ser musa e amante do famoso escultor. Na época, seu trabalho, grande parte de temática sexual, era mal visto pela artista ser mulher. Em 1913, seu irmão, o poeta Paul Claudel, a internou no manicômio Ville-Évrard, onde viveu por 30 anos até a sua morte, na total obscuridade. A originalidade de sua obra só ganhou reconhecimento décadas após a morte.

“Correspondência”

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