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    A máquina Pinochet e outros ensaios de Diamela Eltit R$ 14,90

    A Máquina Pinochet e outros ensaios é um coletânea de textos críticos da escritora chilena Diamela Eltit, uma das grandes vozes do feminismo latino-americano. Durante a ditadura chilena, Eltit foi uma das criadoras do coletivo CADA (Colectivo de Acciones de Arte), responsável por utilizar a cidade como cenário de uma arte engajada e inovadora. Autora de romances importantes como “Lumpérica”, Eltit é também uma ensaísta delicada e poderosa, atenta a situações em que o corpo é o próprio palco da política. Os ensaios reunidos neste livro, traduzidos por Pedro Meira Monteiro, organizados e prefaciados por Meira Monteiro e por seu colega em Princeton, Javier Guerrero, trazem a voz única de Eltit para o público brasileiro, no momento em que é também lançado o seu primeiro romance em português.

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    Cinema, representação e relações de gênero de R$ 14,90

    Os artigos do livro Cinema, representação e relações de gênero refletem o boom das pesquisas de gênero e sexualidade no campo da Comunicação e especificamente do cinema. O objetivo desta publicação, produzida pelo Grupo de Pesquisa de Cinema da Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação (INTERCOM), é reunir contribuições de diversos autores para o campo acadêmico de estudos que foram historicamente pouco explorados no Brasil e atualizar a bibliografia referencial a esse respeito. Esse novo olhar não descarta a interseccionalidade, essencial para se pensar os estudos de gênero, ressaltando os aspectos de raça e etnia, sexualidade e classe social que permeiam a discussão sobre essa representação. O livro é o primeiro de uma série que pretende colaborar para a ampliação da discussão de temas do conhecimento científico referentes à cultura cinematográfica que permanecem à margem das pesquisas acadêmicas no Brasil.

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    Feminismo & príncipes encantados de Fernanda Breder R$ 14,90

    Desde o lançamento de A Branca de Neve e os sete anões em 1937, as princesas da Disney fazem parte do imaginário popular. Porém, é fácil esquecer que os filmes de animação refletem o contexto histórico de quando foram criados.

    De personagens passivas, como Aurora à espera de que um príncipe a despertasse, as princesas se transformaram junto da sociedade, se rebelando contra o status quo e se tornando muito mais do que belas e passivas. Dentro deste contexto, as princesas permitem observar a evolução do papel da mulher na sociedade ao longo de todo o século XX e começo do século XXI.

    Em Feminismo e Príncipes Encantados, somos convidados a refletir sobre a atemporalidade dos filmes de animação e o que os torna fascinantes até hoje, além de explorar a questão: o que significa “ser uma princesa”?

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    Peixe-elétrico #06 de Amnéris Maroni, Angela Davis, Arcadio Díaz-Quiñones, Aziz Ab’Sáber, Bruno Walter Caporrino, Francesca Angiolillo, Keith A. Spencer, Laura Erber, Peter Sloterdijk, Ronald Polito, R$ 14,90

    Nesta edição:

    Sobre os princípios – ARCADIO DÍAZ QUIÑONES
    Neste ensaio, o crítico porto-riquenho pensa a respeito das relações dos escritores e intelectuais com a tradição, ou seja, como a imaginaram e como falam dela. Os editores da Peixe-elétrico e Pedro Meira Monteiro também entrevistam o intelectual.

    O legado da escravidão: parâmetros para uma nova condição da mulher – ANGELA DAVIS
    A norte-americana reinterpreta o papel das mulheres durante a escravidão para estabelecer novos parâmetros para a luta feminista.

    Mulherio
    Oferecemos ao leitor quatro páginas fac-símile da histórica revista Mulherio, com ilustração de HENFIL.

    Por que os ricos adoram o Burning Man – KEITH A. SPENCER
    Da revista JACOBIN, parceira da Peixe-elétrico, publicamos um artigo que analisa a atuação dos milionários do Vale do Silício e como a filantropia deteriora pilares democráticos. Tudo embalado por música eletrônica no festival Burning Man.

    Transmissão de pensamentos – PETER SLOTERDIJK
    O filósofo alemão trata da transmissão de pensamentos e como essa ideia foi rejeitada ou aceita durante a modernidade.

    Diário do sertão – Laura Erber entrevista Aziz Ab’Sáber
    Um mergulho no sertão e nas memórias de um grande intelectual engajado.

    Perder e ganhar um país – FRANCESCA ANGIOLILLO
    A jornalista viaja à Etiópia e se vê sem referências para entender o país africano.

    Pequena autópsia de um povo sem alma – BRUNO WALTER CAPORRINO
    Um relato da experiência com o Programa de Formação de Pesquisadores Wajãpi e de sua quase morte nas redes do SUS do Pará.

    Conflitos ontológicos na psicanálise – AMNÉRIS MARONI
    A guerra entre escolas dentro do campo da psicanálise é o tema do ensaio.

    Barbárie e barbárie – RONALD POLITO
    Na resenha desta edição, Polito enxerga duas saídas no romance A vista particular: barbárie e barbárie.

    Como desenhar crianças – MARCELO AMORIM
    A edição é ilustrada com a série de pinturas Primeira leitura. Desenhos singelos mas carregados de ideologia e poder. Texto de PAULO GALLINA situa a obra de Amorim.